Andressa Urach esteve no último domingo (15) no presídio feminino de Aracaju para lançar seu livro "Morri para viver" e aproveitou a ida para testemunhar o batismo de algumas detentas. "Essas mulheres são discriminadas e abandonas pela própria família. Mas não são todos os presídios que se pode levar a piscina. Muitos têm regras rígidas. Mas tenho a certeza que só com a palestra a semente de recomeçar está sendo plantará. Eu não batizo, só faço palestra. Não pretendo ser pastora! Ser pastor é um chamado. Só quero ser obreira e ajudar com meu exemplo de vida", disse Urach, ao Ego.
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Minha história começou a ser escrita esse ano. Muitas pessoas duvidam ainda da minha mudança mas o tempo vai mostrar. Muitas almas estão em jogo e eu não vou cair. Eu sei de onde sai e não quero voltar pra lá”, finalizou ela.

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