A Paróquia São Felipe e São
Tiago, Diocese de Amargosa, realizou neste último domingo (06/12) na comunidade
rural da Fazenda Velha, o encontro catequético que contou com a participação de
todos os catequistas da paróquia e teve como tema: “Ser catequista é seguir e
apontar Jesus”.
O encontro teve início às 8h
da manhã com a Santa Missa presidida pelo vigário, Padre Edézio de Jesus
Ribeiro, às 9h houve café da manhã, às 10h palestra, às 12h intervalo para o
almoço, às 13h partilha e às 14h finalizando com uma confraternização.
Em entrevista concedida ao
Portal Tribuna do Recôncavo, a Coordenadora Paroquial da Pastoral da Catequese,
Maria de Jesus, popularmente conhecida como Lia, informou que o papel do
catequista não é apenas preparar as pessoas para os sacramentos. “O papel do
catequista é mostrar o verdadeiro sentido de Jesus para a criança, para o jovem
e o adolescente, fazendo a formação da caminhada de fé de cada um deles na
comunidade ou por onde ele andar”, disse.
Para o padre Valter Moura,
pároco da Paróquia São Felipe e São Tiago, todos nós devemos ter um momento de
espiritualidade.
“Um momento para refazer as
nossas energias e tomarmos consciência do que somos e do que devemos ser. É a
certeza de que Jesus conta conosco”, pontuou. Ainda de acordo com o padre
Valter, para ser um catequista é necessário ter muita espiritualidade. “O
catequista deve ser aquele que se sente servo e que tenha a disponibilidade de
seguir o reino de Deus”, explicou.
O evento também contou com a
participação do seminarista do Seminário Maior da Diocese de Amargosa em
Salvador, Jorge Pereira, que falou sobre sua experiência missionária na
Paróquia de São Felipe e São Tiago. Segundo ele, é uma experiência significativa,
uma oportunidade de contemplar a própria graça de Deus que é transmitida
através das pessoas das comunidades, do pároco, do vigário e das pastorais que
o acolhem. “É a graça de Deus que vai se manifestando através dos nossos
trabalhos pastorais”, disse.
Jorge que já foi catequista em
sua comunidade natal, Bom Jesus do Barro em Varzedo, concluiu ressaltando a
importância do trabalho do catequista nas comunidades, pois o mesmo faz uma
experiência pessoal com Cristo para evangelizar com o seu testemunho. (Redação:
Tribuna do Recôncavo | Fotos: Jéssica Santos)


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