7 de dezembro de 2015

Paróquia São Felipe e São Tiago realizou encontro de catequistas neste fim de semana

A Paróquia São Felipe e São Tiago, Diocese de Amargosa, realizou neste último domingo (06/12) na comunidade rural da Fazenda Velha, o encontro catequético que contou com a participação de todos os catequistas da paróquia e teve como tema: “Ser catequista é seguir e apontar Jesus”.
O encontro teve início às 8h da manhã com a Santa Missa presidida pelo vigário, Padre Edézio de Jesus Ribeiro, às 9h houve café da manhã, às 10h palestra, às 12h intervalo para o almoço, às 13h partilha e às 14h finalizando com uma confraternização.

Em entrevista concedida ao Portal Tribuna do Recôncavo, a Coordenadora Paroquial da Pastoral da Catequese, Maria de Jesus, popularmente conhecida como Lia, informou que o papel do catequista não é apenas preparar as pessoas para os sacramentos. “O papel do catequista é mostrar o verdadeiro sentido de Jesus para a criança, para o jovem e o adolescente, fazendo a formação da caminhada de fé de cada um deles na comunidade ou por onde ele andar”, disse.
Para o padre Valter Moura, pároco da Paróquia São Felipe e São Tiago, todos nós devemos ter um momento de espiritualidade.
“Um momento para refazer as nossas energias e tomarmos consciência do que somos e do que devemos ser. É a certeza de que Jesus conta conosco”, pontuou. Ainda de acordo com o padre Valter, para ser um catequista é necessário ter muita espiritualidade. “O catequista deve ser aquele que se sente servo e que tenha a disponibilidade de seguir o reino de Deus”, explicou.
O evento também contou com a participação do seminarista do Seminário Maior da Diocese de Amargosa em Salvador, Jorge Pereira, que falou sobre sua experiência missionária na Paróquia de São Felipe e São Tiago. Segundo ele, é uma experiência significativa, uma oportunidade de contemplar a própria graça de Deus que é transmitida através das pessoas das comunidades, do pároco, do vigário e das pastorais que o acolhem. “É a graça de Deus que vai se manifestando através dos nossos trabalhos pastorais”, disse.

Jorge que já foi catequista em sua comunidade natal, Bom Jesus do Barro em Varzedo, concluiu ressaltando a importância do trabalho do catequista nas comunidades, pois o mesmo faz uma experiência pessoal com Cristo para evangelizar com o seu testemunho. (Redação: Tribuna do Recôncavo | Fotos: Jéssica Santos)

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