Santo Antônio, conhecido
também como Antônio de Lisboa ou Santo Antônio de Pádua, nasceu em 1195, em
Lisboa, Portugal, numa família nobre e rica. Foi batizado como Fernando e mudou
seu nome ao se tornar frade, porque era isso o que ele desejava: propagar a sua
fé, pregar os Evangelhos e viver seu amor a Cristo no dia a dia. Educado em
Coimbra, tornou-se membro da Ordem de Santo Agostinho e foi ordenado sacerdote
aos 25 anos de idade.
A vida de Antônio era marcada
pela simplicidade, sobretudo porque dedicava-se
aos pobres, como exige a Ordem
dos Franciscanos, à qual pertencia. Segundo a tradição doava bens inclusive
materiais para ajudar os mais carentes.
Antônio também era um frade
culto, usava as palavras com tanto ardor que conseguia converter até mesmo
ímpios. Ele dizia: “A mansidão e a humildade são as virtudes mais queridas aos
olhos de Deus e dos homens.” Sua coragem também era reconhecida. É homenageado
por militares e se tornou patrono de vários regimentos.
Antônio morreu em 13 de junho
de 1231, em Pádua, na Itália, com apenas 36 anos de idade. Foi sepultado numa
basílica que se tornou lugar de peregrinação. O papa Gregório IX o canonizou
apenas com 11 meses após sua morte.
São muitos os relatos de
graças alcançadas por pessoas
que rogaram a intercessão de
Santo Antônio. Ele é venerado por ajudar a arranjar casamentos e encontrar
coisas perdidas. Na arte ele é representado como um jovem cândido, com o hábito
franciscano, segurando um lírio e carregando o menino Jesus.
Santo Antônio tornou-se
conhecido no mundo inteiro e são muitas as paróquias que o tem como padroeiro, como a paróquia Santo Antônio,
na cidade de Santo Antônio de Jesus, Diocese de Amargosa, cuja qual foi fundada
em 1852, e tem sua festa realizada todos
os anos em 13 de junho. E no próximo dia
19 completará 164 anos, porém será comemorado na noite do dia 22 com uma Missa
no espaço do São João, e logo depois com o show do Padre Sertanejo do Brasil,
Alessandro Campos.
“A fé se compara ao peixe.
Assim como o peixe é batido pelas frequentes ondas do mar, sem que morra com
isso, também a fé não se quebra com as adversidades.” (Texto: Jocinere
Soares/Tribuna do Recôncavo)

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