A Disney anunciou na última terça-feira (14) que doará US$ 1 milhão (cerca de R$ 3,47 milhões) para ajudar as famílias das vítimas do ataque a uma boate de Orlando, na Flórida, nos Estados Unidos. O ataque aconteceu no último domingo (12). Armado com um fuzil AR-15 e uma pistola, o atirador Omar Mateen invadiu a casa noturna e atirou contra os frequentadores da boate Pulse, voltada para o público LGBT. Além das 53 pessoas feridas, outras 49 foram mortas.
De acordo com o G1, Chapek lamentou as mortes e afirmou que cerca de 74 mil funcionários da companhia são moradores de Orlando. No comunicado, a Disney disse que disponibilizou cinco pontos para os funcionários que desejarem doar sangue. O complexo também conta com um alojamento complementar que pode ser usado por parentes das vítimas. Além disso, a empresa prometeu que igualará cada dólar que os empregados doarem através de um programa da Fundação Walt Disney.
Investigação
A mulher de Omar Mateen sabia dos planos do marido para o ataque. Noor Salman poderá ser acusada em breve de participação no massacre de Orlando, o maior atentado a tiro da história moderna dos Estados Unidos. A notícia sobre o indiciamento formal de Noor Salman foi divulgada pela agência de notícias Reuters, que atribuiu a informação a fontes da polícia.
Omar Mateen foi morto a tiros pela polícia depois de permanecer três horas no clube. Antes de atirar, Mateen ligou para o serviço de atendimento ao público da polícia e disse que tinha lealdade ao Estado Islâmico e a outros grupos militantes muçulmanos. Segundo a emissora 'ABC News', as autoridades investigam se Mateen buscou outros alvos antes do massacre na boate, entre eles o parque temático da Walt Disney em Orlando. Embora a companhia tenha se recusado a comentar o assunto, um executivo da Disney, que preferiu não ser identificado, afirmou ao jornal local 'Orlando Sentinel' que Mateen visitou o parque temático Magic Kingdom, propriedade da Disney, em abril.
Feridos
No Centro Médico Regional de Orlando, para onde foi levada a maioria dos feridos no cruel ataque, 27 pessoas ainda estão hospitalizadas, sendo seis delas em estado grave. Segundo o último boletim médico, outras 11 se encontram em outros hospitais da região.
Em entrevista coletiva conjunta, o cirurgião Michael Cheatham informou que o hospital atendeu 44 pessoas, das quais nove morreram logo após serem internadas, 27 estão hospitalizadas e o restante recebeu alta.

Nenhum comentário:
Postar um comentário