O deputado estadual Alan
Sanches (DEM), em discurso no plenário da Assembleia Legislativa, denunciou o
que considera um descalabro para um recém-inaugurado hospital de grande porte.
De acordo com o deputado, no Hospital Geral 2, tido como referência em
traumatologia e ortopedia não existe aparelho de Ressonância Nuclear Magnética,
prioridade para o atendimento a que destina a suprir. “E o pior disso tudo, é
que o prazo estimado para a resolução do problema: seis meses, quando o local a
ser instalado o aparelho estará pronto. Um absurdo sem tamanho, levando em
conta que foram investidos R$ 86 milhões em obras, equipamentos e aparelhagem
na nova estrutura”, disparou, destacando que a denúncia foi feito por médicos
que atuam no hospital. Conforme o deputado, os problemas não acabam por aí.
“Dos 161 novos leitos, sendo 52 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) – 40 para
adultos, oito para pacientes pediátricos e quatro para pacientes queimados –,
não há vagas.
As 15 vagas do HGE 1 foram desativadas e transferidas para o HGE
2, que são as que estão funcionando e a UTI Pediátrica está funcionando
parcialmente com três pacientes, porque entre outras coisas estariam faltando
material humano”.Sem esconder a indignação, Alan Sanches, que é médico por
formação, cobra respostas para as ‘falsas promessas e respeito às vidas que
utilizam a saúde pública’ e ainda explicações de que forma foi feita a
contratação dos funcionários. “Afinal, desde que estava à frente da presidência
da comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, venho cobrando essa resposta
que nunca me foi dada, mas com base na lei da transparência, entrarei na
Justiça cobrando isso”. MGnoticias 
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