Tal
paralisação visa protestar em defesa dos trabalhadores e trabalhadoras do
serviço público em razão dos prejuízos que sofremos em decorrência das PEC’s–
proposta de emenda constitucional – de número 257 e 241 bem como do projeto de
Lei Federal denominado “Escola sem partido”.
Lamentamos
profundamente qualquer prejuízo que venhamos a causar aos nossos alunos e seus
familiares, contudo, pensamos que os direitos e garantias trabalhistas devem
ser progressivos, não podendo, jamais, regredir. Ademais, a consolidação de um
país democrático perpassa pela pluralidade de ideias, autonomia e participação
dos sujeitos.
Propósitos
esses não contemplados no atual cenário parlamentar nacional. Não é possível
que, num país que ainda padece de gigantescas distorções sociais como o Brasil,
assista-se inerte à dilapidação dos sistemas de saúde e educação, como prevê as
supracitadas PEC’s. Reafirmamos nosso compromisso em defender, a qualquer
custo, o Estado democrático de direito como formar de garantir que o Estado
brasileiro cumpra seu papel de garantidor das políticas públicas que a
sociedade brasileira tanto clama e atue em defesa da ordem democrática com todo
vigor. (ASCOM)/TribunadoReconcavo

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