Acusada de receber mão de obra barata por parte trabalhadores bolivianos em condições semelhantes à escravidão, a M5 Indústria e Comércio Ltda., dona da marca M.Officer, foi condenada a pagar multa de R$ 6 milhões.
A ação, aberta pelos procuradores do Ministério Público do Trabalho Christiane Vieira Nogueira, Tatiana Leal Bivar Simonetti e Tiago Cavalcanti Muniz, foi julgada pela juíza do Trabalho Adriana Prado Lima em primeira instância. Ainda cabe recurso, de acordo com o Terra.
Segundo o MPT, a empresa se beneficia “de uma cadeia produtiva pulverizada, irregular e degradante”. Porém, de acordo com a companhia, não houve terceirização ilícita, apenas “formalização de contrato mercantil de compra de produtos acabados”.

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