Servidores das polícias Civil
e Técnica decidiram em assembleia realizada nesta sexta-feira (25), na
Faculdade Visconde de Cayru, por uma paralisação de 24 horas na próxima
sexta-feira (2), além do início de uma operação padrão, por tempo
indeterminado. Com a operação padrão, os policiais não executarão procedimentos
sem as condições plenas de trabalho – um exemplo são as viaturas com pneus
“carecas”, que não serão utilizadas neste período.“Estão sendo discutidas nas
diversas assembleias que estão sendo realizadas no estado pelo movimento
unificado a defasagem de pessoal, reposição inflacionária dos salários e as
condições de trabalho oferecidas”, explica o presidente do Sindicato dos
Peritos Criminais do Estado da Bahia, Leonardo Fernandes. As categorias cobram
do governo estadual a melhoria das condições de trabalho e a reestruturação das
carreiras.
Os sindicatos que participam da mobilização elaboraram um
anteprojeto de lei de reestruturação da Polícia Civil e Técnica, o que inclui
um novo Plano de Cargos e Salários para delegados, escrivães, peritos
criminais, investigadores e peritos
técnicos. As reuniões têm reunido representantes de diversas entidades como
Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado da Bahia (ADPEB); Sindicato dos
Policias Civis da Bahia (SINDPOC); Associação dos Funcionários Públicos do
Estado da Bahia (AFPEB); e Sindicato dos Investigadores da Policial Civil do
Estado da Bahia (SINDPOL). *BN
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