Com a crise que assola os cofres públicos do Rio, presos do sistema carcerário do estado foram impedidos de deixar os presídios para cumpriem pena em regimes aberto e semiaberto. Para rever essa situação, um o projeto de lei 1.989/16, do deputado estadual Dionísio Lins (PP), propôs que os presos poderão optar pela compra do dispositivo utilizado para rastreamento eletrônico.
A proposta foi aprovada em discussão única, nesta quinta-feira (10), pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj). O texto seguirá para o governador, Luiz Fernando Pezão, que decidirá pela sanção ou veto em até 15 dias úteis. De acordo com a proposta, braceletes, tornozeleiras ou chips subcutâneos serão usados para o monitoramento. O preso também terá que arcar com as despesas do sistema utilizado.
Band

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