Além do ato que retira os Estados Unidos da Parceria Transpacífico, outros dois decretos de grande impacto doméstico, e que causaram bastante polêmica, foram assinados pelo novo presidente dos EUA, Donald Trump. Três dias depois de sua posse, o republicano proibiu o financiamento do governo federal para organizações não-governamentais estrangeiras que promovam ou paguem o aborto, e também congelou a contratação de novos servidores nos órgãos do governo federal.
A segunda medida, contudo, não vale para as Forças Armadas, que podem continuar contratando, se necessário. Já o decreto sobre organizações que apoiam o aborto significa que o presidente Trump revalidou uma medida da época do ex-presidente Ronald Reagan, que impede que os EUA
ajudem órgãos não-governamentais prestadores de serviços de saúde, que atuam em outros países, que discutam ou incluam o aborto como uma opção do planejamento familiar.
O decreto assinado por Trump é fortemente contrária ao que defende a Marcha das Mulheres, que foi às ruas de Washington, no último sábado (21), protestando justamente contra as medidas anunciadas pelo republicano.
Metro1

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