A denúncia contra a Secretaria
de Saúde do município de Cruz das Almas, no recôncavo, chegou ao Ministério
Público na segunda-feira (20) através de um morador do bairro Vilarejo, no
município, o senhor Ronaldo Barbosa.
Segundo Ronaldo, a sua cunhada
de prenome, Rosineide, estava gestante e no dia 28 de janeiro deste ano,
começou a perder líquido e ao sentir dor, foi levada para o Iper, onde funciona
a maternidade da cidade. Ainda segundo ele, ao chegar, a gestante foi atendida
pelo Dr. Pacífico, o qual mandou que ela fosse para casa, pois não estava na
hora de ter a criança.
No dia 31, ela tornou ser
levada para o Iper, porque não havia parado de perder líquido, onde foi
atendida por uma médica que Ronaldo não soube dizer o nome, sendo que ela pediu
uma ultrassom com urgência.
O exame foi feito rapidamente em uma clínica da
cidade, e o resultado dizia que a
gestante já não tinha mais líquido algum e que teria que fazer o parto urgente.
Ela foi levada para a sala de parto às 9h e o parto só foi feito por volta das
17h, sendo informado pela a unidade de saúde, que a criança nasceu com vida,
mas que havia ingerido muito líquido e que era para aguardar.
Ainda segundo Ronaldo, por
muito perguntar pela criança, uma enfermeira disse que havia morrido. A revolta
da família aumentou ainda mais, devido a liberação do corpo, que só ocorreu no
dia seguinte ao óbito, por volta das 11h.
'Nós ficamos em silêncio por esses dias, mas com uma angústia muito
grande, devido ao que aconteceu, pois merecemos uma saúde melhor, isso tudo
realmente é de doer', desabafou. Cruz na Tela

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