24 de janeiro de 2024

Google e Meta estão sendo investigadas pelo MPF por posts de violência contra a mulher

Foto: Reprodução/Freepick

Uma investigação foi aberta pelo Ministério Público Federal (MPF), em São Paulo, contra a Google, detentora dos direitos do Youtube, e a Meta, proprietária do Facebook. A apuração pretende averiguar como as plataformas combatem publicações com discurso de ódio contra as mulheres.

O inquérito é fruto de uma apuração preliminar de 2023, sobre casos de discursos de ódio propagados em publicações nas plataformas do Youtube e no Facebook. Um desses casos analisados foi o de Thiago Schutz, influenciador digital que, até o ano passado, era réu por ameaça e violência psicológica contra mulher na Justiça paulista. 

Em novembro, o processo acabou sendo suspenso e, desde então, Schutz precisa se apresentar à Justiça periodicamente. O caso se originou quando o influenciador enviou a seguinte mensagem à atriz Livia La Gatto, que satirizou o influenciador: “Processo ou bala, você escolhe”. Ele alega que teria sido  “mal interpretado”.
A Meta afirmou que não permite discurso de ódio em suas plataformas e os Padrões da Comunidade proíbem qualquer conteúdo que ataque pessoas com base em suas características. Isso inclui etnia, nacionalidade, religião ou orientação sexual, classe social, gênero, identidade de gênero, doença ou deficiência. Já a Google não se manifestou sobre o caso. 

*Metro1

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