| Foto: P&G/Divulgação |
Após repercussão negativa devido ao veto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) à distribuição gratuita de absorventes, o governo recuou e disse que trabalhará para viabilizar a medida. A proposta previa a distribuição para estudantes de escolas públicas e mulheres em situação de vulnerabilidade. O presidente, no entanto, sancionou de forma esvaziada a criação do programa, apenas com previsão de campanha informativa sobre o tema
"Antes de mais nada, cabe salientar que o governo reconhece o mérito da medida, tendo sancionado, inclusive, a criação do Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual. Os pontos vetados, contudo, apresentavam problemas técnicos e jurídicos quanto à sua aplicação, podendo ser entendidos como crime de responsabilidade caso fossem sancionados pelo Presidente da República", diz nota da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social) distribuída na noite de sexta-feira (8).

