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10 de outubro de 2021

Governo Bolsonaro recua e diz que trabalhará por distribuição de absorvente

Foto: P&G/Divulgação

Após repercussão negativa devido ao veto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) à distribuição gratuita de absorventes, o governo recuou e disse que trabalhará para viabilizar a medida. A proposta previa a distribuição para estudantes de escolas públicas e mulheres em situação de vulnerabilidade. O presidente, no entanto, sancionou de forma esvaziada a criação do programa, apenas com previsão de campanha informativa sobre o tema

"Antes de mais nada, cabe salientar que o governo reconhece o mérito da medida, tendo sancionado, inclusive, a criação do Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual. Os pontos vetados, contudo, apresentavam problemas técnicos e jurídicos quanto à sua aplicação, podendo ser entendidos como crime de responsabilidade caso fossem sancionados pelo Presidente da República", diz nota da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social) distribuída na noite de sexta-feira (8).

24 de agosto de 2017

Calcinha que dispensa o uso de absorvente chega ao Brasil

A calcinha absorvente se tornou mais conhecida no Brasil em novembro de 2016, quando a chef Bela Gil contou que as usava no lugar de absorventes comuns e coletores menstruais. Na época, ela contou que comprava a roupa íntima no exterior.
Agora, foi lançada a primeira marca brasileira especializada no produto, a Pantys, que produz calcinhas com tecido antimicrobiano com bloqueador de odores. Ela possui apenas 1/3 da espessura de um absorvente padrão, absorve o equivalente a dois absorventes externos, é reutilizável, pode ser lavada na máquina e dura até dois anos. A recomendação é de usá-la de 6 a 10 horas, nos dias de fluxo intenso, e o dia todo nos dias de fluxo leve.
Uma das bandeiras que a marca levanta é a da sustentabilidade. É estimado que, durante a vida, as mulheres tenham cerca de 450 ciclos menstruais, descartando 150 quilos de absorventes. Com as calcinhas, o lixo gerado é

8 de setembro de 2015

Coletor menstrual é alternativa ecologicamente correta ao absorvente

Cada vez mais conhecido pelas brasileiras, o coletor menstrual, também chamado de copinho, tem sido usado como alternativa ecologicamente correta ao uso de absorventes e também para as mulheres que têm algum tipo de alergia. O produto não é novo, existe pelo menos desde os anos 1960, é feito de silicone medicinal, custa em média R$ 100 e há fabricantes que indicam uma duração de até 10 anos.