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21 de fevereiro de 2019

Maduro fecha fronteira entre Venezuela e Brasil

O presidente em exercício da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou nesta quinta-feira (21) o fechamento "total e absoluto" da fronteira terrestre com o Brasil "até novo aviso". A medida passa a valer às 20h (horário de Caracas) e tem como objetivo impedir a entrada de ajuda humanitária internacional no país pelo estado de Roraima.
O autoproclamado presidente Juan Guaidó havia estabelecido em 23 de fevereiro a data para a entrada de alimentos e remédios na Venezuela e criara dois centros de coleta de ajuda humanitária, um em Cúcuta, na Colômbia, e outro em Roraima.

1 de maio de 2017

Em carta ao papa, oposição venezuelana rejeita diálogo sem garantias

A oposição venezuelana formalizou neste domingo (30) sua negativa a retomar um diálogo fracassado com o governo de Nicolás Maduro "se não houver garantias", em carta ao Papa Francisco após sua oferta de mediar na crise do país.
Francisco disse no sábado estar disposto à mediação do Vaticano com "condições muito claras", embora tenha assegurado que "a oposição está dividida" sobre o assunto. O pontífice insistiu neste domingo, pedindo que se ponha um fim à violência e para encontrar "soluções negociadas".
"O senhor (...) expressou em várias oportunidades que se não há garantias e 'condições muito claras' de parte do regime, não há possibilidade nem de diálogo nem de resolver esta gravíssima crise", indicou a coalizão opositora Mesa da Unidade Democrática (MUD) em sua carta ao pontífice.
A aliança agradeceu "profundamente" ao papa "sua constante preocupação por nosso sofrido país", em um momento de alta tensão com protestos opositores que deixaram 28 mortos e centenas de feridos e detidos desde 1º de abril.
A oposição abandonou em dezembro passado a mesa de diálogo, instalada em

10 de janeiro de 2017

Parlamento venezuelano declara Maduro em "abandono do cargo"

O Parlamento venezuelano, de maioria opositora, declarou nesta segunda-feira o presidente Nicolás Maduro em "abandono de cargo", ao responsabilizá-lo pela grave crise que o país atravessa, embora a Justiça tenha determinado que o Legislativo é incompetente para destituí-lo. As informações são da Agência France-Presse (AFP).
A Assembleia Nacional, controlada pela opositora Mesa da Unidade Democrática (MUD), votou esta iniciativa e pediu a realização de eleições, na véspera de Maduro cumprir seu quarto ano de mandato.
"Aprovado o acordo com o qual se qualifica o abandono do cargo a Nicolás Maduro e se exige uma saída eleitoral para a crise venezuelana para que seja o povo quem se expresse através do voto", anunciou o chefe do Legislativo, Julio Borges, ao ler o acordo na tribuna do plenário.
Segundo a extensa declaração, "Maduro provocou uma crise sem precedentes na Venezuela" e está "à margem da Constituição" por provocar "devastação econômica", "ruptura da ordem constitucional" e

15 de dezembro de 2016

Parlamento venezuelano declara Maduro culpado pela crise no país

A Assembleia Nacional da Venezuela, cuja maioria é contrária ao governo atual, declarou nesta quarta-feira (13) a responsabilidade política do presidente Nicolás Maduro pela "grave" ruptura da Constituição, a violação dos direitos humanos e, principalmente, pela crise econômica e política que assola o país. Segundo a Agência ANSA, o Parlamento deve dar início uma audiência preliminar sobre o assunto devido aos "feitos puníveis" que Maduro realizou durante sua gestão e avançar mais uma vez na questão da sua renúncia e da convocação de novas eleições presidenciais. A decisão, no entanto, não tem capacidade real de tirar o presidente do cargo.

19 de junho de 2015

Dilma se irrita com ida de senadores à Venezuela

A presidente Dilma Rousseff ficou muito irritada com todo este problema criado pelos senadores de oposição, liderados pelo tucano Aécio Neves (PSDB-MG), que decidiram ir à Caracas para uma visita de solidariedade aos representantes da oposição venezuelana, que estão presos no país vizinho, acusados de incitar o uso da violência nos protestos de 2014 contra o presidente Nicolás Maduro. Dilma achou que esta iniciativa da oposição colocou o governo brasileiro em uma espécie de "armadilha", criando um "constrangimento" para o Brasil. O Planalto considera que a viagem foi uma intromissão em assuntos internos da Venezuela.
No final da tarde de quinta-feira o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), ligou para a presidente Dilma para conversar sobre a saia justa enfrentada pelos senadores naquele país, onde foram hostilizados por manifestantes pró-Maduro, quando estavam a caminho de uma reunião com opositores.