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2 de abril de 2021

Quem já tomou a 2ª dose da vacina pode passar a Páscoa com outra pessoa?


Com a chegada do feriado da Páscoa, cientistas, médicos e outros profissionais de Saúde têm pedido às pessoas que fiquem em casa e mantenham o isolamento para diminuir a disseminação do coronavírus.

Mas e quem já tomou a segunda dose da vacina? Essas pessoas – cerca de 5 milhões – podem passar o feriado junto com outras?

Especialistas ouvidos pelo G1 avaliam que não.

"Não pode. A transmissão está descontrolada. Não sabemos se vacinados transmitem, então existe esse risco. Infelizmente mesmo quem tomou o regime completo não pode [se] aglomerar nesse momento", avalia a biomédica Mellanie Fontes-Dutra, pesquisadora de pós-doutorado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

"Se o cenário de transmissão fosse outro, as ações poderiam ser outras. Mas está tudo explodido, com um potencial imenso de agravar ainda mais, com justamente esses contatos que podem ocorrer na Páscoa", afirma Fontes-Dutra.

16 de abril de 2017

Em mensagem de Páscoa, Papa cita drama das guerras e ataque a Aleppo

Em sua tradicional mensagem de Páscoa, o papa Francisco lembrou dos desafios que atingem atualmente o mundo, como as guerras, a imigração e o desemprego. As informações são da Agência EFE.
Francisco fez um apelo especial pelo Oriente Médio, pedindo "que nestes tempos, o Senhor sustente de modo particular os esforços dos que trabalham ativamente para levar alívio e consolo à população civil de Síria, vítima de uma guerra que não para de semear horror e morte".
O Papa lamentou o último ataque feito à cidade de Alepo, no qual dezenas de civis morreram. Francisco enfatizou a esperança que a ressurreição de Jesus traz e pediu aos representantes das nações que tenham coragem para evitar a propagação de conflitos e acabar com o tráfico de armas.
Da Praça São Pedro, na cidade do Vaticano, o papa também abençoou "os esforços de quem, especialmente na América Latina, se compromete a favor do bem comum das sociedades, tantas vezes marcadas por tensões políticas e sociais, que em alguns casos são sufocadas com a violência".
Francisco pediu que a Ucrânia, "ainda vítima de um sangrento conflito volte a encontrar a concórdia e acompanhe as iniciativas promovidas para aliviar os dramas dos quem sofrem com as consequências".
Para a Europa, o papa pediu esperança para "os que atravessam momentos de dificuldade, especialmente por causa da grande falta de trabalho sobretudo para os jovens".