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23 de abril de 2020

Anvisa aprova comercialização de primeiro produto à base de cannabis

A primeira autorização sanitária para venda de produto não medicamentoso a base de cannabis foi concedida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O produto se trata de um fitofármaco, com quantidade de THC de até 0,2%. Cannabis é um elemento encontrado nas plantas de maconha.

Com a autorização concedida, a empresa solicitante, Prati-Donaduzzi, pode iniciar a fabricação e a comercialização do produto. A Anvisa fornece uma “autorização sanitária” para esses casos, e não um registro, este usado para medicamentos. A permissão é fornecida apenas para substâncias de aplicação pelas vias nasal e oral. Não cabem aí, por exemplo, aquelas de consumo sublingual ou por inalação.

A fabricação e comercialização de produtos a base de canabidiol para fins medicinais entrou em vigor no dia 10 de março. Desde então, fabricantes podem pleitear juntamente à Anvisa a autorização para disponibilizar essas substâncias no mercado com essa finalidade.

13 de janeiro de 2018

Preços de produtos e serviços consumidos no verão caem 1,35%

Os preços dos produtos e serviços mais consumidos no verão caíram 1,35% entre janeiro e dezembro de 2017. No mesmo período, o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Getulio Vargas (IPC-FGV) subiu 3,23%. O economista do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV e coordenador do IPC, André Braz, explicou que a queda nesses preços foi influenciada pelos alimentos in natura, que mostraram retração substantiva, em especial frutas (-15,59%). “Isso favoreceu muito essa inflação um pouco mais baixa”, comentou.
Além disso, alguns serviços que são muito demandados nesta época não subiram tanto. “Até comer fora de casa está com uma inflação relativamente mais baixa do que se via no verão passado. Isso tem a ver um pouco com o comportamento dos alimentos e insumos para a preparação dos pratos e, também, com a recessão, o desemprego que ela trouxe e o impacto que causou no orçamento das famílias”.
De acordo com a pesquisa, cervejas e refrigerantes e água subiram, respectivamente, 2,28% e 1,39%, mas ficaram abaixo da inflação do período. Os maiores aumentos foram observados em excursão e tour (6,47%), cafezinho (6,53%), sucos de frutas fora de casa (5,69%), bebidas de soja (5,40%) e chopes (5,11%). Em contrapartida, caíram os preços de passagens aéreas (9,56%), protetores solares (6,15%) e hotéis (4,21%).
Em relação ao aumento do cafezinho, André Braz lembrou que o preço sofre a influência da sazonalidade do produto, cuja oferta diminui de dois em dois anos, com a época da florada.  Além disso, o preço da bebida é inflado pela energia elétrica, cuja tarifa subiu no ano passado mais de 9%, ou pelo botijão de gás, que também se elevou em torno de 10%. A isso se somam o valor dos aluguéis e os salários dos funcionários. “Toda essa estrutura de custos, associada a um ano de menor oferta de café, dá espaço para esse aumento”.
André Braz alertou que quem for à praia ou passear para curtir um dia ensolarado pode encontrar preços diferenciados, uma vez que o levantamento fez a leitura dos últimos 12 meses,  mas nada impede que ao longo do verão haja um aumento sazonal de preço. “Aquele aumento que sobe porque a gente está vendo mais pessoas no parque ou na praia e depois ele volta à normalidade”, explicou.

Lazer

25 de abril de 2016

Lâmpadas LED foram melhoradas graças aos vaga-lumes

Melhorar um produto já existente não é fácil, Às vezes, é preciso olhar para a natureza ao invés de apostar nas mais recentes tecnologias. Foi esse o caso de uma equipe de investigação do Instituto Avançado de Ciência e Tecnologia da Coreia, que se inspirou nos vaga-lumes para melhorar as lâmpadas LED. Graças à observação dos insetos, o grupo conseguiu aumentar em 60% a quantidade de luz emitida pelas lâmpadas.

25 de agosto de 2015

Consumidora reclama que esmalte assinado por Bruna Marquezine estraga as unhas

Lançado há alguns meses, o esmalte degradê assinado por Bruna Marquezine tem feito muito sucesso nos salões de beleza e lojas especializadas em vendas de cosméticos. Mas uma consumidora se disse insatisfeita com os efeitos do produto sobre suas unhas. Segundo a nutricionista carioca Rogéria Teixeira, o esmalte as deixou "destruídas, quebradiças e manchadas". A reclamação foi compartilhada milhares de vezes no Facebook e dermatologistas comentaram a causa do 'estrago'. O problema seria, de acordo com os posts, a quantidade de chumbo na composição do esmalte.

28 de maio de 2015

Aprovada MP que aumenta tributos sobre importados; preço da cerveja vai subir

Em votação simbólica, o Senado aprovou nesta quinta-feira (28) a Medida Provisória (MP) 668/15, que aumenta impostos sobre produtos importados, incluindo cerveja, produtos farmacêuticos e cosméticos. Como já foi aprovada pela Câmara, a proposta segue agora para sanção presidencial. Parte das medidas de ajuste fiscal enviadas pelo governo ao Congresso, a MP aumenta as alíquotas de duas contribuições incidentes sobre as importações: o PIS/Pasep e a Cofins.