| Foto: Divulgação/Petrobras |
Líder mundial de captura e armazenamento de carbono em alto mar (offshore), a Petrobras já reinjetou 30 milhões de toneladas de gás carbônico (CO2) no reservatório, e até 2025 vão ser mais 10 milhões de toneladas, totalizando 40 milhões de toneladas reinjetadas. A informação foi dada ontem (14) pelo diretor de Relacionamento Institucional e Sustentabilidade da Petrobras, Rafael Chaves Santos, durante apresentação do Caderno de Mudança do Clima, com o posicionamento e iniciativas da companhia “sustentável e comprometida” com a transição para um mundo em descarbonização.
Na área do refino, a meta é chegar a 30 quilos de CO2 equivalente por carga processada em 2030, contra 39,7 quilos em 2021. Em relação à meta de metano, que era de 0,39% para 2021, a Petrobras conseguiu atingir média de intensidade de metano na produção de 0,33% no ano passado, metade do que era produzido em 2015. Para 2023, a meta se acha em revisão.
O diretor informou que a companhia estabeleceu incentivos de remuneração para que todos os executivos estejam conectados às metas de menor emissão de gases de efeito estufa (GEEs). A métrica de carbono equivale entre 5% a 15% da remuneração variável. “Se tem mais emissão, tem menor remuneração”, explicou.

