Na última terça-feira, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) assinou o polêmico decreto que facilita a posse de armas de fogo no Brasil. Entre as mudanças previstas com a norma está, para conseguir o direito, a que o cidadão habite em uma cidade considerada violenta, ser profissional de segurança ou viver na zona rural. Além disso, foi ampliado o prazo de validade, de cinco para dez anos, o prazo de validade dos registros, tanto para civis, quanto para militares.
A questão é que a medida já vinha criando divergências na população como um todo mesmo antes de ser sancionada. De acordo com uma pesquisa feita pelo jornal Folha de São Paulo em novembro do ano passado, 56% dos entrevistados disseram ser contra a que esse direito fosse estendido a todos os cidadãos. Entre os moradores de capitais esse índice ainda era maior: 62%.
