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12 de março de 2020

Greve dos vigilantes: TRT-BA determina que 50% do efetivo trabalhe em serviços essenciais

O Sindicato Patronal das Empresas de Segurança da Bahia (Sindesp-BA) conseguiu nesta última quarta-feira (11) uma liminar no Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT-BA) que determina 50% de funcionamento pra vigilantes que prestam serviços em empresas que executam atividades essenciais como bancos e INSS. A categoria deflagrou greve na Bahia na última terça (10).
Na liminar, assinada pela desembargadora presidente da Corte, Dalila Andrade, também ficou definida também a manutenção de 30% do efetivo para atividades consideradas não essenciais.
A desembargadora pediu “que os suscitados se abstenham de impedir o livre acesso de qualquer pessoa às dependências das empresas, instituições financeiras e INSS”.

11 de março de 2020

Vigilantes da Bahia entram em greve e atendimento em bancos, INSS e museus é suspenso

Os vigilantes que prestam serviço em várias instituições da Bahia iniciaram, na manhã desta última terça-feira (10), uma greve por tempo indeterminado.
Segundo o Sindicato dos Empregados de Empresas de Segurança e Vigilância do Estado (Sindivigilantes), a decisão ocorreu durante uma assembleia coletiva e depois de muitas tentativas de reajuste salarial com o setor patronal.
"No ano de 2019, nós tivemos 13 rodadas [de negociação], incluindo o Ministério Público Estadual (MP-BA) e nada andou. Agora [neste ano], tivemos outras rodadas, mas não tivemos avanço. Por isso, a categoria escolheu fazer a greve por conta da intransigência do patrão", disse Jeferson Fernandes, Secretário de Comunicação do sindicato.
De acordo com o Sindivigilantes, entre as reivindicações estão a falta de uma convenção coletiva de reajuste salarial (a última ocorreu em fevereiro de 2018); perda salarial acumulada diante da inflação. Eles argumentam também que sem uma convenção coletiva os profissionais ficam desprotegidos, inseguros e com riscos de vida.