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4 de agosto de 2021

Caixas misteriosas nas praias de Salvador são de navio de Hitler da II Guerra Mundial

Foto: Labomar UFC/CDN-ISTOE

A aparição recente de “caixas misteriosas” nas praias de Salvador têm intrigado a população soteropolitana que se depara com estes objetos desconhecidos na areia. Esse tal mistério, porém, já foi desvendado ao ser objeto de pesquisa do oceanógrafo Carlos Teixeira, professor da Universidade Federal do Ceará (UFC), entrevistado pelo Metro1.

Segundo Teixeira, essas “caixas” são, na verdade, fardos de um navio nazista alemão, e apareceram, inicialmente, em 2018 em outros locais do litoral do Nordeste, como em Sergipe, Alagoas, Rio Grande do Norte, Ceará, e Maranhão. Em 2019, esses fardos chegaram também na Flórida, estado dos Estados Unidos.

Já este ano, os objetos pesados apareceram na região norte da Bahia e reapareceram em Alagoas e Sergipe. E, agora, de forma inédita, em Salvador, local considerado inesperado pelas condições climáticas, explica o oceanógrafo. Segundo ele, os fardos estão enterrados desde 2018 e puderam aparecer agora devido à erosão causada pela alta da maré, que os jogou para o mar.

20 de dezembro de 2016

Mais um caso da doença misteriosa, que causa fortes dores musculares nos pacientes, foi notificados à Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Até o meio-dia, 19 casos da doença haviam sido registrados, sendo que nove foram notificados na última quarta-feira por uma unidade hospitalar de Salvador em pessoas de três famílias diferentes.
Segundo a coordenadora municipal de Vigilância em Saúde, Isabel Guimarães, um boletim epidemiológico sobre a doença misteriosa foi emitido na sexta-feira a noite. "Com o alerta, solicitamos às unidades e a rede hospitalar que qualquer pessoa que desse entrada com mialgia súbita sem nenhuma causa aparente que fosse notificado e até o momento temos 19 pessoas que estão sendo investigadas".
De acordo com ela, as equipes de trabalho estão checando por onde andaram os pacientes notificados e o que comeram. Em paralelo, estão sendo analisados os exames laboratoriais das amostras que foram coletadas dos pacientes. "Só após reunirmos todas essas informações é que vamos poder ter uma resposta mais definitiva em relação ao que realmente aconteceu, mas continuamos trabalhando com duas hipóteses: de que pode ser um vírus ou uma toxina".