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11 de agosto de 2020

Eclipse lunar é usado para estudos sobre vida em outros planetas

Astrônomos da Nasa conseguiram detectar o ozônio da atmosfera terrestre a partir do reflexo da luz solar na Lua, durante o último eclipse lunar. A presença do ozônio é um indicativo da existência de vida em planetas, uma vez que, além de ser subproduto do oxigênio, o gás serve de escudo protetor para a atmosfera.

A constatação foi possível com a ajuda do telescópio Hubble, da Nasa (a agência espacial norte-americana), após ser posicionado entre os dois corpos celestes e fazer da Lua uma espécie de espelho para refletir a luz solar que havia passado pela atmosfera da Terra.

Na Terra, a fotossíntese, ao longo de bilhões de anos, é responsável pelos altos níveis de oxigênio e espessa camada de ozônio do nosso planeta. Essa é uma das razões pelas quais os cientistas pensam que o ozônio ou o oxigênio pode ser um sinal de vida em outros planetas. "Encontrar o ozônio é significativo porque é um subproduto fotoquímico do oxigênio molecular, que é um subproduto da vida", explicou o pesquisador principal das observações do Hubble, Allison Youngblood – do Laboratório de Física Atmosférica e Espacial em Boulder, Colorado (EUA).

15 de dezembro de 2017

Cientistas descobrem outro 'Sistema Solar', com mesmo número de planetas que o nosso

Cientistas anunciaram nesta quinta-feira a descoberta do primeiro sistema estelar com pelo menos tantos planetas quanto o nosso. Designado Kepler-90, ele já tinha sete planetas conhecidos, aos quais os pesquisadores Andrew Vanderburg, astrônomo da Universidade do Texas, e Christopher Shallue, engenheiro de software da divisão de inteligência artificial do Google, acrescentaram mais um totalizando oito como o Sistema Solar graças à aplicação de um novo método de aprendizado de máquina com base em redes neurais em dados coletados durante quatro anos pelo telescópio espacial Kepler, da Nasa, em sua missão

22 de julho de 2016

Cinco planetas se alinham a Terra e podem ser vistos a olho nu nas próximas semanas

Desde esta última quarta-feira (20) e durante as próximas semanas, os planetas Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno poderão ser vistos a olho nu durante o pôr do sol. Fenômeno semelhante ocorreu entre o fim de janeiro e início de fevereiro deste ano, mas eles só podiam ser avistados ao amanhecer. "Agora, os vemos do nosso 'espelho retrovisor' porque Marte, Júpiter e Saturno estão na frente, enquanto Mercúrio e Vênus estão correndo para recuperar o atraso", afirmou David Dickinson, do site de astronomia Universe Today.

24 de janeiro de 2016

Cinco planetas aparecerão alinhados no céu por um mês; saiba como ver raro fenômeno

Fanáticos por astronomia tem, a partir desta semana, uma oportunidade rara de acompanhar o alinhamento de cinco planetas. É um evento bastante incomum, que começou nesta quarta-feira (20) e vai durar exatamente um mês, até 20 de fevereiro. Pela primeira vez em 10 anos, Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno poderão ser apreciados a olho nu, alinhados simultaneamente, entre o horizonte e a lua.