O Comandante do 14º Batalhão,
Adalberto Piton, relatou ao Programa Levante a Voz na Rádio Andaiá FM sobre a versão
do PM envolvido na morte de Adilson dos
Santos Vilella na madrugada do domingo (22). “Temos que ter cuidado por que
existem fatos e versões. A versão preliminar dá conta de que a polícia estava
realizando uma blitz e ao abordar um motociclista, um veículo passou em
velocidade incompatível com a rodovia e um policial no instinto de defesa
efetuou o disparo na intenção de parar o carro, mas acidentalmente atingiu a
perna da vítima”, explicou. O Comandante ainda disse que nesses casos de
ocorrências com letalidade, a Polícia Militar da Bahia encaminha o policial
para o serviço de psicologia para ser avaliado. “o policial já foi afastado das
atividades operacional, vai ficar apenas no setor administrativo enquanto o
caso está sendo investigado, as armas
foram recolhidas e vamos instaurar um inquérito policial e todas as perícias
necessárias serão feitas”, declarou.
O mesmo explica que a
orientação do comando pelos manuais é que uma prisão sempre pode ter uma nova
oportunidade nos casos de alguém não parar quando é abordado pela polícia, mas
não fazer disparos. “Não sabemos como estava o estado emocional da vítima, a
quantidade de disparos, só podemos afirmar algo após a perícia. Estamos muito
consternados com o ocorrido e o policial envolvido está muito abalado”,
lamenta. Em busca de resolver o caso, a tropa iniciou uma reunião na
segunda-feira (23) às 8h.
Em casos de operação policial,
o Comandante recomenda aos cidadãos que reduza a velocidade, sinalize,
respeitando a presença da polícia, evitando assim, que ocorram situações
semelhantes. Jéssica Oliveira/ Blog do
Valente

Nenhum comentário:
Postar um comentário