As mulheres que acusam João de Deus de estupro pretendem entrar com um recurso no Supremo Tribunal de Justiça para que seus processos por danos morais não sejam prescritos. A Justiça havia indeferido o pleito das vítimas sob o argumento de prescrição. Nestes casos, o prazo para punição vence depois de três anos que o crime ocorreu, mas a defesa aponta que elas precisam de mais tempo que isso para se recuperar do trauma e expor seus casos.
*Metro1

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