Historicamente, no Brasil, homens ganham mais que mulheres. Após sete anos de quedas consecutivas, em 2019, houve um aumento da diferença dos salários de mulheres e homens de 9,2% em relação a 2018.
Em 2011, homens com ensino superior ganhavam, em média, R$ 3.058, enquanto as mulheres com o mesmo nível de formação ganhavam, em média, R$ 1.865, o que representa uma diferença de salário de 63,98%.
Em 2012, essa diferença começou a cair, passando para 61,78%. Em 2018, chegou a ser 44,7%, com homens ganhando, em média, R$ 3.752 e, mulheres, R$ 2.593. Em 2019, a diferença aumentou e passou a ser de 47,24%, com homens ganhando em média R$ 3.946 e, mulheres, R$ 2.680.
Os dados foram compilados para a Agência Brasil pela Quero Bolsa, plataforma de bolsas e vagas para o ensino superior, com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Veja as médias salariais de homens e mulheres nas dez carreiras com maior geração de postos de trabalho:
Analista de negócios: homens ganham R$ 5.334 e mulheres, R$ 4.303
Analista de desenvolvimento de sistemas: homens ganham R$ 5.779 e mulheres, R$ 5.166
Analista de pesquisa de mercado: homens ganham R$ 4.191 e mulheres, R$ 3.624
Biomedicina: homens ganham R$ 2.761 e mulheres, R$ 2.505
Enfermagem: homens ganham R$ 3.417 e mulheres, R$ 3.288
Preparador físico: homens ganham R$ 1.426 e mulheres, R$ 1.326
Nutricionista: homens ganham R$ 2.781 e mulheres, R$ 2.714
Farmacêutico: homens ganham R$ 3.209 e mulheres, R$ 3.221
Fisioterapeuta geral: homens ganham R$ 2.400 e mulheres, R$ 2.422
Avaliador físico: homens ganham R$ 2.107 e mulheres, R$ 2.303
*agênciabrasil/varelanotícias

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