O declínio do Carnaval não foi só em termos numéricos de público na rua, como aconteceu no Campo Grande, mas também na participação política. As saídas do Ilê Aiyê e da Mudança do Garcia não contaram com prestígios como de antes. Vamos saber se ano que vem, ano eleitoral, vai bombar. Este ano, ficou bem fraquinho.
Barrados 1
Por falar na saída do Ilê, houve confusão após a chegada do governador. Quando toda comitiva entrou no terreiro, três policiais da Casa Militar, que cuida da segurança do petista, barraram a entrada de qualquer pessoa no local. Uma das pessoas que é do terreiro confrontou os policiais dizendo que ali era um terreiro de Candomblé e eles não poderiam obstruir a entrada do pessoal. “Estamos fazendo a segurança do governador”, disse um. Na lata ouviu a resposta: “É? Ele tá lá dentro, vá lá fazer a segurança dele”. No fim das contas, liberaram a passagem. É o típico caso de assessor que quer mostrar serviço e presta desserviço. Tão comum na política quanto é incomum ver os políticos no Curuzu durante o resto do ano. Não entendeu? O Ilê parece o lugar mais



