Por Irlando Oliveira
O ambiente de trabalho se nos apresenta desafiador, situando uns poucos em posição de superioridade e a grande maioria em subalternidade, mesclando a hierarquia funcional, apresentando variedade de gradações com seus respectivos níveis de responsabilidade, resultando numa engrenagem que objetiva sempre alcançar o cumprimento da missão maior, representada pela elaboração do produto e/ou serviço, objeto finalístico de cada empresa, de cada negócio.
O exercício da superioridade funcional requer habilidades e nuances próprias para o desempenho profissional e a lida com os subordinados, sob pena de afetar a liderança, a ponto desta não ser natural e aceita, mas, pelo contrário, imposta, o que não é interessante para a empresa e para o negócio. Percebemos, assim, que alguns chefes, diretores, comandantes, gerentes, etc, assumem ou chegam a tais cargos desprovidos da maestria necessária ao desempenho da função, ensejando o caos na empresa, já que são rechaçados pela base da pirâmide hierárquica, concorrendo para que não haja a tão sonhada sinergia!
O relacionamento interpessoal tem um peso significativo em qualquer ambiente de trabalho, sendo amplamente discutido em seminários e workshops, objetivando a excelência dos serviços prestados pela empresa. A superioridade funcional desprovida de um bom relacionamento interpessoal é tal qual um corpo sem alma. Soará sempre como algo mecânico! Existem alguns jargões que traduzem muito bem isto, como: "eu mando, você obedece!", "quem pode mais, pode menos!", "eu quero assim!", dentre outros, característicos não de um líder, mas de um déspota, tirano ou ditador.