Vinte e cinco pessoas morreram afogadas em Salvador e cidades da região metropolitana em 2017, segundo dados da Coordenadoria de Salvamento Marítimo (Salvamar) e do Grupamento Marítimo do Corpo de Bombeiros (Gmar). De acordo com o capitão Luciano, do Gmar, cerca de 75% das mortes por afogamento não ocorrem no mar, mas em rios, lagos, lagoas e piscinas.
Somados os registros dos dois grupos, 920 ocorrências, entre afogamentos e princípios de afogamentos, foram contabilizadas este ano nas praias, rios, lagoas e lagos de Salvador e RMS. As praias apontadas como as mais perigosas são Itapuã, Jaguaribe, Praia do Flamengo, Stella Maris, Piatã, Jardim de Alá, Farol da Barra e Ondina.
O Salvamar atua no trecho da orla compreendido entre Jardim de Alá e Ipitanga (apesar de pertencer ao município de Lauro de Freitas, na região metropolitana de Salvador, é o Salvamar que atua em Ipitanga). O trecho, inclusive, foi o que registrou maior número de ocorrências: 733 ao todo. O número de mortes,