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3 de julho de 2021

De onde vem o que eu como: o Brasil é o maior produtor de maracujá e possui 150 variedades da fruta

Foto: Reprodução / Globo Rural

O maracujá não é só aquele que a gente encontra no supermercado: existe uma ampla variedade de frutos e flores. Apenas no Brasil são 150 espécies nativas; no mundo todo, mais de 500.

Apesar de o país ser o que mais produz maracujá no mundo, quase tudo o que é cultivado aqui é consumido pelos próprios brasileiros, com as exportações em torno de apenas 1% da produção, de acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Mandioca e Fruticultura.

O maracujá é plantado majoritariamente pela agricultura familiar e pode dar frutos o ano inteiro, proporcionando uma renda regular aos produtores.

Também se trata de uma fruta que gera empregabilidade, por precisar de mão de obra para poda e para a polinização, que deve acontecer manualmente.

Conhecida pelo seu efeito calmante, a fruta possui diversos nutrientes que ajudam o nosso organismo a, por exemplo, controlar a pressão alta. 

20 de maio de 2017

Exposição mostra vida de mulheres nas pedreiras da Chapada Diamantina

Elas vivem exclusivamente da própria produção, trabalham de sol a sol para ganhar R$55 por cada mil paralelepípedos feitos. Durante o dia se vestem de trapos para fugir das lascas de pedras que podem rasgar a carne. Longe de se sentirem exploradas, elas se mostram dignas, altivas e não esquecem das vaidades femininas. O cotidiano dessas Mulheres de Pedra é revelado na exposição do jornalista, publicitário e escritor Alexandre Augusto que, durante um ano, percorreu a Chapada Diamantina, especificamente nos municípios de Itatim e Itaetê, retratando a vida nas pedreiras.
A exposição de fotografias Mulheres de Pedra será aberta, no Teatro Gregório de Mattos, no dia 24 de maio, às 19 horas, para convidados, e 25 para o público. Aberta e gratuita, quem tiver a oportunidade de apreciar as 21 fotos coloridas e impressas em pigmento mineral sobre Canson Platine terá mais que a possibilidade de ver uma reportagem contada com imagens, mas uma experiência sensorial, onde os sons das ferramentas batendo nas pedras, a água

10 de agosto de 2015

Brinquedos tecnológicos oferecem sexo ‘quase real’

Em função do desenvolvimento dos aparatos relacionados à sexualidade, a ciência já desenvolveu pornôs de realidade virtual, brinquedos sexuais controlados por bluetooth e sexo com robôs. Os avanços eletrônicos fazem com que coisas como bonecas ultrarrealistas e ambientes virtuais que tentam simular uma relação sexual entre duas pessoas a distância sejam uma realidade já palpável.
Em um relatório publicado no ano passado pelo centro Pew Research sobre inteligência artificial, o especialista americano em tecnologia Stowe Boyd afirma que até 2025 “parceiros sexuais robôs vão ser lugar-comum”. Em outro estudo, divulgado em 2012 na revista científica “Futures”, dois pesquisadores neozelandeses escreveram sobre um bordel imaginário no famoso Red Light District, em Amsterdã, na Holanda. Ian Yeoman e Michelle Mars sugeriram, a partir dessa brincadeira, que até 2050 haverá prostitutas robôs.
Mais que uma boneca inflável