A falta do azeite de dendê é mais um tempero azedo na vida de pandemia para os baianos. O material que serve para preparar, por exemplo, o acarajé, está prestes a não ser encontrado mais. Em entrevista ontem (13) à Rádio Metrópole, o dono do Kidendê, Cleiton Magalhães, projetou um aumento de preços no acarajé até dezembro deste ano na capital baiana.
"Já começa. A Baiana que tava comprando a R$ 65 a R$ 70 o balde, passa a comprar de R$ 120, e tem que repassar no acarajé, além da falta. Estamos na época de pandemia, público diminuiu, se tivesse público acelerado, estaríamos bem pior", avaliou.
O empresário admitiu que a situação é crítica, mas não acredita que chega ao ponto de acabar o material. Magalhães também estimou que o aumento no acarajé, por exemplo, deve ocorrer até dezembro deste ano.

