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29 de agosto de 2018

Polícia autoriza exumação do corpo de criança morta em Maragojipe

A justiça autorizou a exumação do corpo de Gleysse Santos da Conceição, de apenas 5 anos, morta no dia 30 de julho na cidade de Maragojipe. Além da menina, sua mãe, a marisqueira Adriane Ribeiro Santos, 23, e a irmã mais nova, Ruteh Santos da Conceição, 2, morreram com sintomas parecidos em três segundas-feiras diferentes, entre os dias 30 de julho e 13 de agosto, com intervalos de sete dias exatos.
O delegado Marcos Veloso, responsável pelas investigações, solicitou a exumação do corpo, que será desenterrado e levado ao Instituto Médico Legal mais próximo da cidade para necropsia.
Os exames já realizados nos corpos de Adriane Ribeiro e e a filha caçula, Ruteh

20 de junho de 2017

Vitória da Conquista - sem vagas, prefeitura retira mais de 400 corpos de cemitério

O anúncio da exumação de mais de 400 restos mortais de um cemitério em Vitória da Conquista, a 509 km de Salvador, deixou a comunidade local revoltada, de acordo com reportagem do Uol.
Segundo a publicação, a lista com os nomes dos mortos a serem removidos foi divulgada no mês passado pela prefeitura. As exumações devem começar em 19 de julho e vão transferir os restos mortais para um ossário, construído ao custo de mais de R$ 167 mil. O motivo para a ação é a superlotação, já que quase não há mais lugar para cavar túmulos.
O cemitério abriga corpos de pessoas de baixa renda e, de acordo com a prefeitura, está com apenas 91 covas adultas disponíveis 54 covas para o sexo masculino e 37 para o feminino. A administração municipal afirma que "essas vagas atendem a necessidade do serviço por um período de, aproximadamente, 60 dias".
A remoção está prevista no Código de Posturas do Município, entre as leis que regem a administração dos cemitérios públicos. O prazo previsto para um corpo ficar no cemitério é de quatro anos e oito meses. Como comparação, em Salvador, esse prazo é de três anos e seis meses, conforme as leis municipais da

1 de junho de 2017

Mistério - Corpo de Garrincha desaparece de cemitério no Rio de Janeiro

O corpo de Garrincha sumiu. É isso mesmo. A administração do cemitério municipal de Raiz da Serra, em Magé, na Baixada Fluminense, não sabe em que local estão os restos mortais do jogador. Segundo o jornal Extra, pode ser que eles tenham sido perdidos durante o processo de exumação.

A atual administradora do cemitério, Priscila Libério, comentou o caso:
Pelo que a gente pesquisou, não se tem certeza de que ele está enterrado. Houve uma informação de que o corpo foi exumado e levado para um nicho (gaveta no cemitério), mas não há documento da exumação.
Segundo a reportagem, há duas sepulturas no cemitério que levam o nome do craque. A primeira é o local onde ele foi sepultado, ao lado de outros parentes de Mané Garrincha. Já a segunda é individual. Em qual delas ele está? Ninguém sabe.
Rosângela Santos, que é filha de Garrincha, comentou que está chateada com a situação:
Meu pai não merecia isso.

Entenda o caso
Há dez anos, o corpo do jogador foi retirado do túmulo onde foi sepultado já que outra pessoa da família precisou ser enterrada ali. O primo de Garrincha, João Rogoginsky, contou que a ossada foi retirada para ser transportada para

24 de março de 2017

Justiça determina exumação de corpo de menino que morreu após confusão no Habib’s

A Justiça de São Paulo determinou a exumação do corpo de João Victor Souza de Carvalho, de 13 anos, segundo o advogado da família Francisco Carlos da Silva. João Victor morreu após confusão com funcionários da rede de lanchonetes Habib’s no dia 26 de fevereiro. A exumação foi pedida pelo advogado à Polícia Civil após análise feita por perito contratado pela defesa.
No entanto, de acordo com Silva, a polícia não quer permitir que um legista independente contratado pela defesa acompanhe os exames.
Diante disso, pedi a reconstituição do crime, assim como acompanhamentos dos assistentes técnicos nos exames a serem realizados pelo Instituto Médico Legal afirmou.
No último dia 26 de fevereiro, um vídeo mostrou dois funcionários da rede de lanchonetes Habib’s na zona norte de São Paulo arrastando o menino João