Mostrando postagens com marcador Bullying. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Bullying. Mostrar todas as postagens

16 de janeiro de 2024

Lula sanciona lei que inclui bullying e cyberbullying no Código Penal

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nesta última segunda-feira (15) a lei que inclui bullying e cyberbullying no Código Penal. As duas práticas passam a ser enquadradas como crimes e sujeitas a multa e reclusão. As mudanças têm efeito imediato e passam a valer com a publicação de lei. 

A nova lei estabelece a pena de 2 a 4 anos de reclusão, além de multa em casos de Cyberbullying. Inclui também a intimidação sistemática feita em redes sociais, aplicativos, jogos online ou "qualquer meio ou ambiente digital".

O Código Penal também prevê agravantes se o bullying for cometido em grupo (mais de três autores), se houver uso de armas ou se envolver outros crimes violentos incluídos na legislação.

4 de dezembro de 2019

Brasil tem casos de indisciplina e bullying acima da média mundial

Os casos de bullying, indisciplina e solidão dentro das escolas do Brasil ocorrem em percentuais acima da média internacional, de acordo com o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, na sigla em inglês). Os dados foram divulgados nesta última terça-feira (3) pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
Para a OCDE, o ambiente pouco receptivo afeta o desempenho dos estudantes. Os resultados do Pisa 2018 do Brasil apontam que 68% dos estudantes não sabem o básico de matemática; 50,1% apresentam baixo desempenho em leitura e 55,3%, baixo desempenho em ciência.

14 de março de 2019

Abandono dos pais, bullying e obsessão por games marcaram vida de atirador

A mãe de um dos atiradores que invadiram a escola estadual Raul Brasil, em Suzano, na Grande São Paulo, afirmou ontem (13) que o filho abandonou os estudos a um ano de concluir o ensino médio, por sofrer bullying.
Tatiana Taucci, mãe de Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, disse à Folha de S. Paulo que a família não desconfiava que o jovem tivesse qualquer comportamento violento. No entanto, ele dedicava muito tempo à internet e aos jogos de computador.

30 de julho de 2018

Dona de grupo de WhatsApp é condenada a pagar R$ 3 mil por permitir bullying

A Justiça condenou uma mulher de 19 anos a pagar R$ 3.000 por danos morais a um jovem vítima de bullying em um grupo de WhatsApp. Tudo começou em 2014, em Jaboticabal, região metropolitana de Ribeirão Preto (313 km de SP), quando a garota tinha 15 anos e criou um grupo no aplicativo com o nome “jogo na casa da Gigi”, convidando colegas da escola para verem os jogos da Copa de 2014 em sua casa Passado o evento, o grupo continuou ativo e membros começaram a ofender a sexualidade da vítima, chamando-o de “bicha”, “gay”, “garoto especial”. Apesar da ré não ter feito ofensa direta, a decisão dada em junho alega que ela se divertiu com a situação e, como criadora e administradora do grupo, poderia ter removido quem proferiu as ofensas.

18 de abril de 2018

Senado aprova projeto que obriga escolas a combaterem bullying

O Senado aprovou, nesta terça-feira (17), o projeto que obriga as escolas a desestimularem seus alunos à prática do bullying. Em votação simbólica, os senadores aprovaram a proposta, que segue agora para sanção presidencial.
O projeto altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação para incluir, entre as competências dos estabelecimentos de ensino, a promoção de medidas de prevenção e combate a todos os tipos de violência, em especial a “intimidação sistemática”, mais conhecida como bullying. Além disso, coloca como atribuição das escolas o estabelecimento de ações destinadas à promoção da “cultura da paz” nas escolas.
Além das atitudes típicas de bullying, a matéria busca combater outros tipos de violência como agressão verbal, discriminação, práticas de furto e roubo,

24 de fevereiro de 2018

Estudante do 6º ano leva faca para a escola em Salvador (veja o vídeo) 👇👇👇

Uma faca tipo peixeira foi encontrada dentro da mochila de uma estudante em uma escola particular no bairro de Nazaré, Centro de Salvador.
O caso aconteceu na sala do 6º ano na última quinta-feira (22/2), mas imagens que mostram o flagrante ganharam facilmente as redes sociais nesta sexta (23/2). O vídeo mostra alguns alunos eufóricos. Momentos depois, a arma branca é retirada da mochila e mostrada para todos.
Por meio de nota, a direção da unidade de ensino disse que suspeita de bullying. Pais e diretores do colégio se reuniram durante todo o dia para tratar do caso.

26 de julho de 2017

Eventos de bullying precisam ser combatidos

Por Irlando Oliveira

Podemos traduzir o termo inglês bullying como sendo um ataque frequente, sistemático, a quem quer que seja, quer de natureza física e/ou psicológica. Toda e qualquer brincadeira, quando direcionada a alguém, de forma sadia e lúdica, é aceitável e até muito bem-vinda, já que tal acontecimento faz parte das relações interpessoais, tão necessárias e importantes para o convívio social. Agora, quando a "brincadeira" passa a causar incômodo e desconforto, é preciso parar; darmos um basta, pois a sua continuidade pode causar sérios prejuízos a quem é direcionada, principalmente quando se trata de criança e adolescente, devido ao fato de estarem em processo de formatação do seu caráter e da sua personalidade, dentre outros fatores.
Eventos de bullying sempre existiram, apenas recentemente é que foram estudados e teorizados. Nos últimos anos, um chamou-nos atenção, diante do trágico acontecimento. O "palco" foi a Escola Municipal Tasso da Silveira, no bairro do Realengo - Rio de Janeiro, no dia 07/04/2011, através do qual Wellington Menezes de Oliveira, 23 anos, ex-aluno do referido estabelecimento de ensino, o invadiu, armado com dois revólveres, e começou a disparar contra os alunos presentes, matando doze deles, com idade entre 13 e 16 anos, e deixando mais de treze feridos, cometendo logo após o suicídio, ante a presença da polícia. Estima-se que ele tenha disparado 66 tiros. Este fato teve tanta repercussão no cenário nacional que foi sancionada a Lei 13.277/16, que institui o dia 7 de abril como Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola.
Após analisada a tragédia do Realengo, constatou-se que Wellington fora vítima de bullying naquela escola. Ora, como o bullying a que fora submetido pode tê-lo levado à prática dos crimes? Como pode ter partido para o desforço depois de tanto tempo? Certamente, o bullying a ele direcionado, ainda quando discente daquela escola, o incomodou por demais, o impactando psicologicamente a ponto de, quiçá, desequilibrar-se, levando-o a um transtorno psicótico, por assim dizer, ensejando os crimes por ele perpetrados.
Sabemos, perfeitamente, que nenhum de nós gosta de ser humilhado, debochado, vilipendiado e escarnecido! Quando alguém nos faz um elogio, nos respeita e nos considera, ficamos demasiadamente satisfeitos e felizes! Isso "massageia" o nosso ego! Como costumamos falar em nossas palestras, ninguém há que tenha tido a oportunidade de pedir ao Criador para vir ao mundo de uma ou de outra forma! Daí essa mescla e heterogeneidade de biotipos: uns gordos, outros magros; uns altos, outros nem tanto; uns de pele escura, outros de pele clara; cabelos lisos, cabelos crespos; olhos pretos, castanhos, azuis, verdes...
Todos nós nos apresentamos na vida com os atributos e os traços fisiológicos que nos são próprios para o nosso desenvolvimento e evolução espiritual! Desta forma, quem somos nós para criticarmos quem quer que seja! Quando apontamos o dedo indicador sinalizando o "defeito" de alguém, esquecemos que sempre teremos três dedos nossos apontando também para nós! Isso equivale dizer que temos mais "defeitos" do que a outra pessoa. Mas normalmente enxergamos o "defeito" alheio! Somos iguais! Tais noções precisam ser discutidas no seio da família - como célula máter da sociedade -, como forma de despertarmos nos nossos filhos este entendimento, e concorrermos para uma sensível diminuição de eventos de bullying, os quais têm trazidos sérios danos às sociedades, na escola e fora dela!

19 de abril de 2017

Um em cada dez estudantes no Brasil é vítima frequente de bullying

No Brasil, aproximadamente um em cada dez estudantes é vítima frequente de bullying nas escolas. São adolescentes que sofrem agressões físicas ou psicológicas, que são alvo de piadas e boatos maldosos, excluídos propositalmente pelos colegas, que não são chamados para festas ou reuniões. O dado faz parte do terceiro volume do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) 2015, dedicado ao bem-estar dos estudantes.
O relatório é baseado na resposta de adolescentes de 15 anos que participaram da avaliação. No Brasil, 17,5% disseram sofrer alguma das formas de bullying "algumas vezes por mês"; 7,8% disseram ser excluídos pelos colegas; 9,3%, ser alvo de piadas; 4,1%, serem ameaçados; 3,2%, empurrados e agredidos fisicamente. Outros 5,3% disseram que os colegas frequentemente pegam e

10 de julho de 2016

Jovem morre em sala de aula após sessão de bullying homofóbico

Estudante de uma escola politécnica de Moscou, na Rússia, Sergei Casper, de 17 anos, foi vítima de bullying homofóbico e, após uma "lição" para "virar homem", acabou morrendo na sala de aula. O estudante era um menino sensível, amante das artes e tido pelos colegas de classe como pacífico. No entanto, ao longo dos meses, ele passou a sofrer perseguições por parte de outros garotos, supostamente por ser gay.

12 de junho de 2015

Atriz de 19kg ganha R$ 314 mil para tratar anorexia e sofre bullying

Depois de lançar uma campanha online para arrecadar fundos e tratar de seu caso grave de anorexia nervosa, a atriz americana Rachel Forrokh, que chegou a pesar 19kg, e seu marido Rod, foram às redes sociais agradecer os mais de 100 mil dólares (R$ 314 mil) doados por internautas em um mês. Rod contou no Facebook que o casal planeja, além de custear o tratamento da atriz, criar uma fundação para ajudar quem sofre do mesmo problema. “Para ser honesto, nós não pensamos que 100 mil dólares fosse possível de alcançar e, claro, como doação, estaríamos gratos se tivéssemos sido agraciados com qualquer quantia (...).