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6 de setembro de 2021

Gêmeas siamesas que nasceram unidas pela parte de trás da cabeça em Israel conseguem finalmente se ver após cirurgia

Foto: Soroka Medical Center via Reuters

Duas gêmeas siamesas de um ano que nasceram unidas pela parte de trás cabeça e de costas uma para outra finalmente conseguiram fazer contato visual pela primeira vez após terem passado por uma rara cirurgia de separação em Israel.

O Soroka Medical Center anunciou, neste último domingo (5), que a operação durou mais de 12 horas e envolveu dezenas de especialistas de Israel e do exterior. Foram meses de preparação.

"Esta foi uma cirurgia rara e complexa que foi realizada apenas 20 vezes em todo o mundo [anteriormente] e agora, pela primeira vez, em Israel", disse Mickey Gideon, neurocirurgião pediátrico chefe do hospital, localizado na cidade de Beersheba.

Fotos na imprensa israelense mostraram as gêmeas – que não tiveram os nomes divulgados – frente a frente em um berço, com as cabeças enfaixadas. O comunicado Soroka cita que o procedimento envolveu reconstrução craniana e enxertos de couro cabeludo nas duas bebês.

30 de outubro de 2020

Jovem dá à luz gêmeas siamesas em maternidade de Salvador


Uma jovem de 18 anos deu à luz gêmeas siamesas, na Maternidade de Referência José Maria de Magalhães Netto, em Salvador, nesta última quinta-feira (29). A informação foi divulgada pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab).

De acordo com a secretaria, a jovem é moradora de Salvador. Ela e os bebês estão clinicamente bem e respiram sem a necessidade de respiradores.

A Sesab explicou ainda que, na avaliação preliminar, as gêmeas siamesas estão interligadas apenas pelo fígado. No entanto, exames complementares serão feitos para confirmar a suspeita.

A cirurgia de separação deve ocorrer dentro de um mês, na própria maternidade, por um especialista de Goiás.

18 de agosto de 2019

Caso das siamesas nascidas em Saj é 'raro e complexo', diz médico de Goiás

O caso das gêmeas siamesas Laura e Laís, nascidas na última quinta (15) em Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo baiano, é considerado "raro e complexo", na avaliação do médico Zacharias Calil. Unidas pela bacia e pelo abdômen, as gêmeas compartilham fígado, bexiga e intestino e foram transferidas ontem (16) para o Hospital Materno Infantil (HMI), em Goiânia.
A previsão da equipe médica, segundo o G1, é que elas sejam separadas em um ano, pois é necessário que tenham pele suficiente para poder passar pelo procedimento.

16 de agosto de 2019

Saj: em caso raro, mãe da luz a gêmeas siamesas no Hospital Luís Argolo

Para a dona de casa Liliane Silva dos Santos, de 35 anos, seria apenas a terceira gravidez. Entretanto, durante o pré-natal, a surpresa: “O médico fez minha ultrassonografia, perguntou se eu já era mãe e me disse que eu estava grávida de gêmeos siameses. Ele me disse que eu estava numa gestação com os gêmeos colados”, relembrou Liliane falando com emoção de Laura e Laís, as meninas que nasceram unidas pelo abdômen.
Em um caso raro no Hospital Maternidade Luiz Argolo, mantido pela Santa Casa de Misericórdia de Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo Baiano, uma mãe de 35 anos deu à luz a gêmeas siamesas na manhã desta quinta-feira (15/8).

1 de fevereiro de 2016

Gêmeas siamesas de Itamaraju seguem internadas na UTI; estado é gravíssimo

As gêmeas siamesas de Itamaraju Júlia e Fernanda Neves seguem internadas na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica do Hospital Materno Infantil (HMI), em Goiás. Elas passaram por uma cirurgia de separação no dia 13 de janeiro e desde estão seguem lutando pela vida. Não há previsão de alta para as irmãs.

22 de janeiro de 2016

Siamesa separada de Itamaraju apresenta melhora, mas quadro ainda é grave

A siamesa baiana Fernanda Neves, de apenas cinco meses, apresentou melhora no quadro de saúde e não respira mais com a ajuda de aparelhos. Segundo o Hospital Materno Infantil (HMI), ela ainda faz uso do oxigênio inalatório e tem o estado de saúde considerado grave. Já a irmã, Júlia, apresentou piora e tem quadro médico considerado gravíssimo.

15 de janeiro de 2016

Gêmea siamesa tem piora no estado de saúde: "gravíssimo", diz boletim

Fernanda Neves, de cinco meses, uma das gêmeas siamesas de Itamaraju está em estado gravíssimo. Já a irmã dela, Júlia Neves, segue grave. As duas estão internadas na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica, do Hospital Materno Infantil (HMI), em Goiás, desde que passaram pela cirurgia de separação. Fernanda e Júlia respiram com a ajuda de aparelhos. As gêmeas foram separadas na última quarta-feira (13).

30 de setembro de 2015

Gêmeas baianas têm alta e voltam para Salvador após cirurgia de separação

Após 35 dias internadas, as irmãs gêmeas Maria Clara e Maria Eduarda terão alta definitiva do Hospital Materno Infantil (HMI), em Goiás, nessa quarta-feira (30). A saída das irmãs do hospital, juntamente com os pais Denise Borges e Caíque Santana está prevista para acontecer às 9h30. “Poder carregá-las separadamente é algo único. Uma sensação muito boa. Não vemos a hora de irmos para Salvador (BA) e encontrar o resto da nossa família”, disseram emocionados os pais.

10 de setembro de 2015

Pais comemoram separação de gêmeas siamesas em GO: 'Só alegria'

As gêmeas siamesas Maria Clara e Maria Eduarda, de 4 meses, passaram por cirurgia de separação na manhã desta última quarta-feira (9), no Hospital Materno Infantil (HMI), em Goiânia. Os pais comemoraram a operação, que durou seis horas e, segundo os médicos, correu sem imprevistos. A mãe das meninas, Denise Borges de Oliveira, de 20 anos, disse que está feliz com a separação das filhas. “Agora é só alegria. Não vejo a hora de poder levar elas para casa. Agradeço muito por ter dado tudo certo”, afirmou.

9 de setembro de 2015

Gêmeas siamesas da BA passam por cirurgia de separação em Goiânia

As gêmeas siamesas Maria Clara e Maria Eduarda, de 4 meses, passam por cirurgia de separação na manhã desta quarta-feira (9), no Hospital Materno Infantil (HMI), em Goiânia. Nascidas em Salvador, na Bahia, as meninas são unidas pelo abdômen e compartilham o fígado. Liderada pelo cirurgião pediátrico Zacharias Calil, a equipe que participa da operação conta com cerca de 15 profissionais. Participam do procedimento anestesistas, ortopedistas, médicos intensivistas, cirurgiões plásticos, vasculares e pediátricos, enfermeiros e cardiologista. A previsão é de que o procedimento dure cinco horas. Uma nova tecnologia adquirida pelo hospital é usada pela primeira vez pela equipe médica.