Entre os anos de 2013 e 2015, um estudo realizado pela empresa britânica Oxitec liberou cerca de 12 milhões de mosquitos Aedes aegypti transgênicos machos na cidade de Jacobina, no Centro-Norte da Bahia. Na época, o parecer técnico com a autorização foi emitido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio).
A proposta inicial seria a de utilizar o “novo” inseto para conter a população do mosquito já existente, no entanto, o cruzamento entre o animal comum com o transgênico acabou criando um “super mosquito” da dengue, febre amarela, zika e Chikungunya, no estado. A informação foi divulgada, em um artigo publicado pela Scientif Reports, do grupo Nature Research.





