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1 de fevereiro de 2024

Taxa de desemprego registrada em 2023 é a menor desde 2014, diz IBGE

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, nesta última quarta-feira (31), que a taxa média de desemprego em 2023 atingiu 7,8%, portanto, é o menor índice registrado desde 2014, quando o indicador foi de 7%. A informação consta na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad).

A taxa de desemprego em 2022 era de 9,6%, ou seja, houve diminuição de 1,8 ponto percentual durante o período de um ano. De acordo com o instituto, o resultado foi o reflexo do processo de recuperação do mercado de trabalho após o pico da pandemia da Covid-19.

30 de dezembro de 2023

Taxa de desemprego cai para 7,5% no trimestre até novembro, menor taxa desde 2014

Foto: Freepik

O desemprego no Brasil caiu para 7,5% no terceiro trimestre do ano, fechado em novembro. Os dados foram diulgados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento ainda aponta que é a menor taxa registrada desde o trimestre fechado em fevereiro de 2014.

Segundo a pesquisa, são cerca de 8,2 milhões de pessoas desocupadas, desde o trismestre concluído em abril de 2015, quando o total era de 8,15 milhões. É a terceira queda consecutiva da taxa de desemprego.

Além disso, o número de pessoas com carteira assinada subiu em 1,4%.

29 de junho de 2023

Desemprego registra em abril menor nível em oito anos

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

A taxa de desocupação, que mantinha relativa estabilidade em torno de 8,5%, voltou a cair com mais força no último bimestre, chegando em abril com patamar de 8% na série dessazonalizada, menor patamar em oito anos.

Os dados foram calculados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) a partir da série trimestral da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A melhora de algumas variáveis ligadas aos rendimentos, subocupação e desalento confirmam esse cenário mais otimista para o mercado de trabalho.

Em abril, ante o mês imediatamente anterior, a população ocupada apresentou a quarta expansão consecutiva, com aproximadamente 99,2 milhões de pessoas. “Adicionalmente, enquanto a ocupação formal registrou crescimento médio interanual de 3,2%, no último trimestre, encerrado em abril, a população ocupada informal apresentou retração de 0,6%, nessa mesma base de comparação”, indicou a pesquisa.

19 de maio de 2023

Bahia segue com a maior taxa de desemprego do País, segundo pesquisa do IBGE

Foto: Agência Brasília

A taxa de desemprego no Brasil subiu em 16 das 27 Unidades da Federação no primeiro trimestre de 2023, e a Bahia foi o estado que registrou o maior índice de desocupação. Essas informações constam da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Trimestral, divulgada nesta última quinta-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 
 

De acordo com os números da Pesquisa, a taxa de desocupação na Bahia no primeiro trimestre de 2023 em relação ao quarto trimestre de 2022 ficou em 14,4%. Em segundo lugar ficou Pernambuco (14,1%), seguido por Amapá (12,2%), Rio Grande do Norte (12,1%) e Distrito Federal (12%). A taxa média brasileira ficou em 8,8%.  

Segundo o IBGE, a taxa de informalidade para o Brasil foi de 39,0% da população ocupada.

30 de setembro de 2022

Desemprego cai para 8,9% em trimestre encerrado em agosto, diz IBGE

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O desemprego no Brasil chegou, no último trimestre terminado em agosto, a 8,9%. O índice representa uma queda de 0,9 ponto percentual quando comparado ao período anterior, terminado em maio. Esse é o menor índice desde o trimestre encerrado em julho de 2015, quando o desemprego atingiu 8,7%. 

O número de pessoas ocupadas, cerca de 99 milhões, também bateu novamente o recorde na série histórica, iniciada em 2012. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (30), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A pesquisa apontou duas atividades como as que mais contribuíram para o recuo do desemprego. O setor de Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas, que adicionou 566 mil pessoas ao mercado de trabalho; o setor de Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, que representou mais 488 mil pessoas empregadas. A categoria de outros serviços significou a entrada de 211 mil pessoas.

1 de setembro de 2022

IBGE: desemprego segue em queda e fecha trimestre em 9,1%

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

A taxa de desocupação caiu para 9,1% no trimestre encerrado em julho, o que representa uma queda de 1,4 ponto percentual na comparação com o trimestre terminado em abril. O índice se igualou com o menor da série desde dezembro de 2015. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada ontem (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O contingente de pessoas ocupadas chegou a 98,7 milhões, um recorde na série histórica, iniciada em 2012. Porém, o nível de ocupação, que indica o percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, aumentou 1,1 ponto percentual, para 57%, na comparação trimestral. Em relação ao trimestre encerrado em julho de 2021, o crescimento foi de 4,1 pontos percentual.

A coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílios, Adriana Beringuy, explica que a queda no desemprego foi influenciada pelas atividades de comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas, que registrou acréscimo de 692 mil pessoas (3,7%) na comparação trimestral. E o setor administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais subiu 3,9%, com mais 648 mil pessoas.

Desemprego cai a 9,1%, mas trabalho informal bate recorde

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A taxa de desocupação no último trimestre ficou em 9,1%, segundo dados da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) divulgados nesta última quarta-feira (31), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ao todo, são cerca de 9,9 milhões de pessoas desocupadas no país. Esse é o menor percentual de desocupação desde o trimestre encerrado em dezembro de 2015, quando o índice também foi de 9,1%. 
 
O percentual referente ao trimestre de maio a julho de 2022 representa queda de 0,2 ponto percentual quando comparado ao trimestre anterior, que também havia batido o recorde da série histórica com 13,1 milhões de pessoas.
 
A queda, no entanto, foi puxada pelo crescimento do número de pessoas com trabalho informal. No período, os trabalhadores informais representaram 39,8% da força de trabalho no país, o que corresponde a 559 mil pessoas a mais do que no trimestre encerrado em abril. A marca é a maior já registrada pela série de pesquisas. São considerados nesse grupo trabalhadores sem registro, empregadores por conta própria sem CNPJ, além de trabalhadores familiares auxiliares.

1 de junho de 2022

Desemprego cai pelo quinto trimestre seguido, mas rendimento do brasileiro não cresce


A taxa de desocupação ficou em 10,5% no trimestre encerrado em abril, a menor para esse trimestre desde 2015, quando foi de 8,1%. Essa é a quinta queda consecutiva no índice, que vem caindo desde o trimestre finalizado em abril de 2021, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta última terça-feira (31), pelo IBGE.

A renda média do brasileiro, porém, manteve-se estável, em R$ 2.569 no trimestre encerrado em abril. Mesmo com aumento do número de empregados, houve uma queda de 7,9% no rendimento médio em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.

Para Adriana Beringuy, coordenadora de pesquisas por amostra de domicílios do IBGE, a expansão da formalidade não se traduziu em crescimento do rendimento: “Embora tenha havido crescimento da formalidade, não foi observada expansão do rendimento médio real do emprego com carteira assinada no setor privado. Além disso, houve queda no rendimento do setor público”, afirma.

9 de maio de 2022

Brasil tem inflação, juros e desemprego de dois dígitos entre as grandes economias

Foto: Geraldo Bubniak/ AEN

O Brasil tem taxas de dois dígitos de inflação, juros e desemprego entre as grandes economias do mundo. Junto com o Brasil,  apenas a Turquia vive tal situação, segundo levantamento feito pela agência de classificação de risco Austin Rating.

Em solo brasileiro, taxas de dois dígitos nos 3 indicadores não eram registradas desde a recessão de 2016. Considerando os dados oficiais desde 2012, quando começou a série atual da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), essa tríplice coroa’ só ocorreu em 4 meses, segundo a Austin.

A Argentina e Rússia também estão no topo dos rankings das maiores taxas de inflação e de juros básicos do mundo, mas mantêm um desemprego abaixo de dois dígitos. Já a África do Sul e a Espanha possuem desemprego superior ao do Brasil, mas inflação e juros bem menores.

2 de novembro de 2021

Pesquisa revela que fome, desemprego e meio ambiente impactam o voto dos jovens em 2022

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Pesquisa realizada pela Inteligência em Pesquisa e Consultoria (Ipec) revelou que o combate à fome e a pobreza, geração de empregos e preservação do meio ambiente são os valores sociais considerados mais importantes pelos jovens e poderão estar entre os principais fatores para definição do voto dos jovens nas eleições presidenciais de 2022.

O estudo, encomendado pelo movimento cívico global Avaaz e pela Fundação Tide Setubal, retrata como os jovens entre 16 e 34 anos de idade percebem a política nacional e ao solicitar aos entrevistados que indicassem qual valor social era o mais importante para eles, e o resultado foi:

– 33% citaram o combate à fome e à pobreza como primordiais

– Para 16%, um país com economia forte e que gere empregos;

27 de setembro de 2021

Desemprego cai para 13,7%, revela pesquisa do Ipea

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O desemprego recuou para 13,7% em junho, último mês do trimestre móvel iniciado em abril. O percentual foi atingido depois de ficar em 15,1% em março. Já a taxa de desocupação dessazonalizada, que exclui os efeitos das variações sazonais do conjunto de dados temporais de junho (13,8%), é a menor apurada desde maio de 2020.

Os números estão no estudo, divulgado, hoje (27), no Rio de Janeiro, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Ele analisou o desempenho recente do mercado de trabalho, com base na desagregação dos trimestres móveis da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e em informações do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia.

A pesquisa do Ipea mostrou, ainda, que o crescimento recente das contratações tem ocorrido, principalmente, em setores que empregam relativamente mais mão de obra informal.

31 de agosto de 2021

Desemprego recua para 14,1% no 2º trimestre, mas ainda atinge 14,4 milhões, aponta IBGE

Foto: Agência Brasília

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 14,1% no 2º trimestre de 2021, mas ainda atinge 14,4 milhões de brasileiros, informou nesta terça-feira (31) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado representa uma redução de 0,6 pontos percentuais em relação à taxa de desemprego do 1º trimestre (14,7%).

Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad). No levantamento anterior, referente ao trimestre encerrado em maio, a taxa de desemprego ficou em 14,6%, atingindo 14,8 milhões de pessoas.

Foto: Economia/G1

12 de abril de 2021

Ranking coloca Brasil como 14º país com maior taxa de desemprego em 2021


Um levantamento realizado com 100 países no mundo aponta que o Brasil deve registar, em 2021, a 14ª maior taxa de desemprego do mundo. Em 2020 o mesmo estudo colocou o país na 22ª colocação. O ranking é realizado pela agência de classificação de risco Austin Rating, a partir das novas projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) para a economia global.

O ranking considera dados desde 2016  e compara os índices oficiais dos países e as projecções do FMI para 2021. Em 2019, o Brasil ficou na 15ª posição. Em 2016, estava na 27ª colocação. 

10 de março de 2021

Bahia bate recorde de desemprego em 2020, diz IBGE


De acordo com as informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 20 estados brasileitos registraram recorde na taxa média de desemprego no Brasil em 2020. No estado da Bahia, por exemplo, 19,8% da população baiana estava desocupada, o maior índice do país.

Em 2020, as maiores taxas de desocupação ficaram com Bahia (19,8%), Alagoas (18,6%), Sergipe (18,4%) e Rio de Janeiro (17,4%), Pernambuco (16,8%), Roraima (16,4), enquanto as menores com Santa Catarina (6,1%), Rio Grande do Sul (9,1%) e Paraná (9,4%).

No último trimestre de 2020, no Brasil, a taxa de desocupação recuou para 13,9% no 4º semestre, depois de atingir 14,6% no 3º semestre. De acordo com o IBGE, a população ocupada em todo país foi reduzida em cerca de 7,3 milhões de pessoas na comparação com 2019.

9 de março de 2021

Combate ao desemprego deve ser prioridade para 41% da população


A criação de empregos deve ser a prioridade para o governo em 2021, juntamente com a melhoria da saúde. A conclusão consta da pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira, divulgada hoje (9) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Segundo o levantamento, o combate ao desemprego é considerado prioritário por 41% dos entrevistados. Dentro da margem de erro, a preocupação com a saúde aparece em segundo lugar, com 39%.

Completam as cinco primeiras colocações o combate à corrupção (35%), a melhoria da qualidade da educação (34%) e o combate à violência e à criminalidade (25%). Cada entrevistado podia escolher três itens, o que leva a uma soma dos percentuais superior a 100%.

27 de janeiro de 2021

Sem fonte de renda, baianos voltam a ter medo da fome com fim do auxílio

 
“Quando eu comecei a receber o auxílio foi um alívio porque tinha muitas contas para pagar e o bico que eu fazia tive que parar porque fechou a loja que eu trabalhava. O auxílio me ajudou muito a pagar as contas e colocar o alimento na mesa”. O desabafo é de Luciene Lemos. Aos 29 anos e com um filho para criar, a operadora de telemarketing conseguiu ainda no início de 2020 um “bico” em uma loja de roupas, mas logo foi dispensada após o decreto de fechamento do comércio. Hoje, ela está fora do mercado de trabalho formal e precisa se virar para conseguir alimentar o filho.

“Atualmente estou sem renda. Eu vivo com a pensão que o pai de meu filho paga no valor de duzentos reais”. O auxílio emergencial concedido pelo Governo Federal para Luciene foi fundamental para que sua família não passasse necessidade. Agora, o cenário, para ela, é o mesmo do que é para milhares de baianos que dependiam do auxílio emergencial. “Estamos vivendo um futuro incerto, a gente fica tentando ser otimista, mas sempre fica aquele pensamento de que pode piorar”.

Lidiane Santana, que é moradora do município de Castro Alves, vive o mesmo drama que Luciene. A costureira, moradora do município de Castro Alves, na Bahia, chegou a ter crises de ansiedades por conta do fim do benefício e começou a ser medicada para aliviar os sintomas.

29 de agosto de 2020

Bahia é o estado com maior taxa de desocupação no 2º trimestre deste ano, aponta IBGE

Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta última sexta-feira (28), houve um avanço na taxa de desocupação em 11 estados do Brasil, no 2º trimestre deste ano, em comparação aos três primeiros meses de 2020.

O estado da Bahia lidera o ranking de maiores taxas, ao contrário do Amapá e do Pará que houve uma queda de -5,8 e -1,6 pontos percentuais, respectivamente. As maiores taxas foram observadas na Bahia (19,9%), Sergipe (19,8%), Alagoas (17,8%), Amazonas (16,5%), Rio de Janeiro (16,4%) Roraima (16,3%) e Maranhão (16,0%), enquanto as menores em Santa Catarina (6,9%), Pará (9,1%), Rio Grande do Sul (9,4%) e Paraná (9,6%).

Os estados que tiveram maior avanço na taxa de desemprego foram Sergipe (4,3 pontos percentuais), em Mato Grosso do Sul (3,7 p.p), em Rondônia (2,3 p.p) e no Rio de Janeiro (1,9 p.p.). Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua).

27 de junho de 2020

Em um mês, Brasil registrou 1,4 milhão de pessoas a mais na fila do desemprego, afirma IBGE

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou ontem (26) que o Brasil encerrou a primeira semana de junho com 11,2 milhões de desempregados, 1,4 milhão a mais que na primeira semana de maio. O levantamento foi feito entre os dias 31 de maio e 6 de junho. A informação foi divulgada pelo portal G1.

Em apenas uma semana o desemprego no Brasil aumentou em cerca de 300 mil pessoas. Na semana anterior à pesquisa, o número de desempregados somava cerca de 10,9 milhões de pessoas.

A pesquisa mostrou que o nível de ocupação no Brasil ficou estável na primeira semana de junho (49,3%).

19 de março de 2020

Pandemia pode causar desemprego de 25 milhões de pessoas, aponta órgão da ONU

A pandemia do novo coronavírus pode trazer um grande prejuízo aos trabalhadores no mundo. De acordo com dados publicados pela Organização Internacional do Trabalho nesta quarta-feira (18) em Genebra, na Suíça, 25 milhões de pessoas podem ficar sem trabalho e a pobreza no mundo deve se agravar.
De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), a expectativa é de que o PIB do planeta sofra um golpe de US$ 2 trilhões, colocando a economia em recessão.
A entidade estima que os governos precisam proteger os trabalhadores no local de trabalho, estimular a economia e o emprego, além de apoiar o emprego e os rendimentos. Para que a meta seja atingida, a OIT pede medidas de proteção social.

29 de fevereiro de 2020

IBGE: desemprego atinge 11,9 milhões de pessoas no Brasil

A taxa de desocupação no Brasil ficou em 11,2%, atingindo 11,9 milhões de pessoas, no trimestre encerrado em janeiro, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados ontem (28), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em igual período de 2019, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 12,0%. No trimestre até dezembro, a taxa foi de 11,0%.