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31 de janeiro de 2024

Caged divulga que Brasil abriu 1,48 milhão de vagas formais em 2023

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgou dados, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), na terça-feira (30), apontando que o Brasil abriu 1,48 milhão de vagas de emprego formal em 2023.

Esses dados divulgados frustram a projeção do governo, que previa criação de dois milhões de postos de trabalho em 2023. Luiz Marinho, ministro do Trabalho e Emprego, já tinha reforçado a meta em agosto do ano passado, mas em outubro disse que seria difícil cumprir.

O saldo representa queda de 26,3% em relação ao registrado em 2022, quando o país abriu 2,013 milhões de vagas com carteira assinada. E segundo menor desde 2020, ano da pandemia de Covid-19, quando o saldo foi negativo em 191 mil postos de trabalho.

5 de julho de 2023

Investimentos de R$ 3 bilhões e 5 mil empregos: Governo da BA anuncia implantação de fábricas da montadora chinesa BYD

Foto: Itana Alencar/g1

O Governo da Bahia anunciou, nesta terça-feira (4), a implantação de três fábricas da montadora chinesa Build Your Dreams (BYD), maior produtora de carros elétricos do mundo, no estado. As unidades serão instaladas no município de Camaçari, Região Metropolitana de Salvador.

De acordo com o governo, mais de cinco mil empregos diretos serão gerados pela BYD. A empresa investirá R$ 3 bilhões para instalar as três fábricas, e a expectativa é de que a produção inicie no segundo semestre de 2024.

A montadora produzirá chassis de ônibus, caminhões elétricos, processamento de lítio e ferro fosfato, e também veículos de passeio elétricos e híbridos. A produção nacional desses automóveis vai permitir preços mais competitivos. (Veja detalhes sobre as fábricas abaixo)
  • Unidade 1: exclusiva para a produção de caminhões elétricos e chassis para ônibus.
  • Unidade 2: dedicada à produção de automóveis híbridos e elétricos.
  • Unidade 3: voltada para o processamento insumos, como lítio e ferro fosfato, que serão exportados para o mercado externo.

21 de abril de 2023

Haddad se reúne com acionistas da Shein e varejista se compromete a criar 100 mil empregos no Brasil

Foto: Reprodução/Valter Campanato/Agência Brasil

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Josué Gomes, se reuniram com acionistas da Shein, nesta última quinta-feira (20).

Apesar da varejista chinesa ser uma empresa focada no comércio online de importação de produtos, durante o encontro com Haddad, os representantes da plataforma se comprometeram em investir na criação de fábricas no Brasil, para que a produção e o envio sejam nacionais.

Os acionistas da Shein se comprometeram em gerar 100 mil empregos no território brasileiro e afirmaram que vão nacionalizar 85% das mercadorias vendidas ao Brasil. Os representantes da gigante chinesa também declararam que a empresa seguirá as regras de conformidade e a legislação brasileira sobre o comércio eletrônico.

10 de março de 2023

BA gera mais de 3 mil postos de trabalho com carteira assinada em janeiro; líder no Nordeste, estado foi o 8º no ranking nacional

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Bahia gerou, em janeiro deste ano, 3.629 postos com carteira assinada, resultado da diferença entre 69.209 admissões e 65.580 desligamentos.

As informações são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e sistematizados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), vinculada à Secretaria do Planejamento do Estado da Bahia (Seplan).

Com o saldo de janeiro, o estado passou a contar com 1.905.178 vínculos celetistas ativos, uma variação de 0,19% sobre o resultado do mês anterior. No mesmo período, Salvador criou 788 postos de trabalho.

Em termos absolutos, a Bahia (+3.629 postos) ocupou a primeira posição na geração de postos celetistas no Nordeste. No conjunto dos 27 estados, ficou na oitava colocação.

10 de agosto de 2022

Santo Antônio de Jesus segue gerando superavit na geração de empregos, no mês de junho foram 239 novos postos criados

Foto: agência brasil

No acumulado do ano já são 803 empregos formais gerados

Segundo os dados do CAGED, do Ministério do Trabalho, Santo Antônio de Jesus gerou, só no mês de junho, 239 novos postos de emprego. Na soma dos 6 primeiros meses de 2022 já são 803 postos formais criados.

Para o chefe do executivo municipal, Genival Deolino, o esforço para a realização do São João refletiu no resultado do mês de junho. “Foi o mês que mais geramos empregos em 2022, claro que tem ligação com o São João, que além desses empregos diretos, gerou centenas de empregos informais. Só nos dias dos festejos juninos foram mais de 173 ambulantes trabalhando. Tenho que parabenizar a todos os envolvidos nesses resultados maravilhosos”, explicou Deolino.

Ainda segundo o relatório, os principais responsáveis pelo crescimento nas vagas de emprego ofertadas no município são: a indústria, com 260 postos criados até o mês de junho, seguido pelo comércio e serviços, com 251 e 249 novas vagas respectivamente.

29 de abril de 2022

Geração de empregos em março deste ano é inferor a período com pico da pandemia

Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

O Brasil fechou o mês de março de 2022 com a criação de 136.189 empregos formais, segundo balanço do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) apresentado nesta última quinta-feira (28) pelo Ministério do Trabalho e Previdência. O número é menor do que os 153.431 empregos novos gerados em março do ano passado.

O saldo de março último foi resultado de 1.953.071 contratações menos 1.816.882 de demissões. O estoque de empregos formais, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos no país, encerrou março com 41,2 milhões de empregados, variação de positiva de 0,33% em relação ao mês anterior. No acumulado do ano de 2022, foi registrado saldo de 615.173 empregos, decorrente de 5.820.897 admissões e de 5.205.724 desligamentos.

"Este é o terceiro mês consecutivo que verificamos um crescimento na criação de novos empregos", destacou o ministro José Carlos Oliveira, durante apresentação do resultado. "Nos permite sonhar em um número acumulado no final de 2022 superior àquele que havíamos programado, que era cerca de um milhão de novos empregos", acrescentou.

12 de abril de 2022

Turismo e exportação foram as áreas que mais geraram empregos no país

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Municípios com vocação turística ou que se destacam na produção e exportação de commodities (produtos agrícolas e minerais comercializados no mercado internacional) estão contribuindo para a redução do desemprego no país, revela pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O levantamento analisou os 5.570 municípios do país, dos quais foi feita uma seleção de cidades que empregam pelo menos 10 mil trabalhadores formais. O resultado encontrado abrangeu mais de 660 municípios.

“A gente analisou município a município como evoluiu o estoque de empregados”, disse hoje (11) à Agência Brasil o economista da CNC Fabio Bentes. Foi considerado o período de julho de 2020, quando o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) começou a registrar saldos positivos, depois da primeira onda da pandemia do novo coronavírus (covid-19), até fevereiro de 2022.

Em um ranking dos 20 municípios que mais geraram vagas de emprego, em termos relativos, os pesquisadores da CNC observaram que 15 deles são polos turísticos ou polos produtores e exportadores de commodities.

30 de março de 2022

Brasil cria 328 mil empregos com carteira assinada em fevereiro

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O Brasil fechou o mês de fevereiro de 2022 com a criação de 328.507 empregos formais, segundo balanço do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), apresentado nesta última terça-feira (29) pelo Ministério do Trabalho e Previdência.

O saldo de fevereiro foi resultado de 2,013 milhões de contratações e 1,685 milhão de desligamentos. Segundo a pasta foi o melhor resultado para o mês da série iniciada em 2010, perdendo apenas para 2021, quando o saldo foi de 397.915 postos.

De acordo com o secretário executivo do ministério, Bruno Dalcolmo, esta foi a primeira vez que o total mensal de admissões superou 2 milhões de vagas, considerando a série com declarações feitas dentro do prazo. 

25 de junho de 2021

Indústria baiana gera 18,2 mil empregos entre janeiro e abril de 2021, mostram dados da SDE

Foto: José Paulo Lacerda/CNI

Cerca de 18,2 mil empregos foram gerados no setor industrial da Bahia entre janeiro a abril deste ano, conforme dados do Informe Executivo da Indústria, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), divulgado na quarta-feira (23).

O documento indica que somente no mês de abril, o saldo positivo foi de 1,6 mil novos postos de trabalho, puxado pelos setores de Manutenção e Reparação; Minerais Não-Metálicos; Coque; Derivados do Petróleo e Biocombustíveis e Produtos de Metal (exceto máquinas e equipamentos).

O levantamento revela ainda que no acumulado dos últimos 12 meses foram gerados 26,4 mil postos de trabalho. A SDE considera que os dados indicam possível recuperação, apesar das restrições na atividade econômica, causada pelas medidas de contenção da pandemia e pelo encerramento das atividades da Ford.

20 de novembro de 2020

Brasil pode fechar ano perdendo menos empregos que em 2015 e 2016


A geração de empregos no segundo semestre pode fazer o país fechar 2020 perdendo menos postos de trabalho que na recessão de 2015 e 2016, disse ontem (19) o ministro da Economia, Paulo Guedes. O ministro voltou a defender a desoneração da folha de pagamentos e criticou o Congresso Nacional por interditar o debate sobre o tema.

“Na maior crise global, nós podemos terminar o ano com um terço ou um quarto dos empregos que foram perdidos na recessão autoimposta [de 2015 e 2016”, declarou Guedes, durante o 41º Congresso Brasileiro de Previdência Privada promovido pela Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp).

De acordo com Guedes, o Brasil pode terminar o ano com o fechamento de cerca de 300 mil postos de trabalho. De janeiro a setembro, segundo os dados mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o país tinha eliminado 558,6 mil vagas, contra saldo negativo de 1.144 milhão registrado de janeiro a maio.

22 de agosto de 2020

Brasil cria mais de 131 mil empregos formais em julho, aponta Caged

Com o pior momento da crise ficando para trás, o mercado de trabalho registrou no mês passado o primeiro número positivo desde a chegada da pandemia de covid-19 no Brasil. Depois de quatro meses no vermelho, houve a abertura líquida de 131.010 empregos com carteira assinada em julho, de acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta sexta-feira, 21, pelo Ministério da Economia.

Esse foi ainda o melhor resultado para o mês desde 2012, quando o saldo líquido foi positivo em 142.496 vagas. Em julho de 2019, houve a abertura de 43.820 vagas com carteira assinada.

O resultado de julho decorreu de 1,043 milhão de admissões e 912.640 demissões. O volume representa um acréscimo de 14% nas contratações e uma queda de 2% nos desligamentos em relação a junho.

25 de julho de 2020

América Latina perderá 25 milhões de empregos em 2020, diz Banco Mundial

O vice-presidente do Banco Mundial na América Latina e no Caribe, Carlos Felipe Jaramillo afirma que em 2020, a crise da pandemia de coronavírus deixará 25 milhões de pessoas sem emprego na região.

"Já estamos prevendo uma perda de pelo menos 25 milhões de empregos para este ano de 2020, e esse número pode ser pior, dependendo de como a situação evoluir nos próximos cinco, ou seis, meses", estimou o economista, em entrevista à AFP.

Segundo Jaramillo, a América Latina nunca passou por uma crise dessa magnitude.

13 de maio de 2020

Programa de redução de salário preserva mais de 7 milhões de empregos

O programa de redução temporária de salários e de suspensão de contratos de trabalho durante a pandemia do novo coronavírus (covid-19) ajudou a preservar 7.206.915 de empregos, divulgou ontem (12) a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia. Segundo o órgão, os valores a serem pagos de complementação de renda totalizam R$ 12,73 bilhões.

Os números referem-se até as 14 h de hoje. Segundo o Ministério da Economia, 569 mil empregadores aderiram ao programa, a maioria empresas de pequeno porte.

Segundo as estatísticas disponíveis no site criado pelo ministério para divulgar as informações sobre o programa, 52% dos acordos (3.757.862) referem-se a trabalhadores de micro e de pequenas empresas, que faturam até R$ 4,8 milhões por ano. As médias e grandes empresas, com faturamento superior a esse valor, respondem por 44% dos acordos (3.143.775). Os empregados domésticos e trabalhadores intermitentes totalizam 4% dos acordos (305.278).

15 de abril de 2020

Após assinarem acordo, empresas esperam salvar até 2 milhões de empregos

Cerca de dois milhões de empregos podem ser salvos com o acordo que os mais de 4 mil empresários assinaram, na última segunda-feira. No termo, os donos das empresas se comprometem a não demitir ninguém pelos próximos dois meses, mesmo em meio à pandemia da Covid-19.
De acordo com o Estadão, a inciativa foi criada no dia 3 de abril, pela Ânima Educação, mas não representa uma garantia jurídica, e sim simbólica. Empresas como a Magazine Luiza, Natura, Boticário e GPA (das redes Pão de Açúcar e Extra), além dos bancos Santander e Itaú, apoiaram a medida.
Na avaliação do presidente do conselho da Ânima Educação, Daniel Castanho, que lançou o projeto, apesar de não representar valor jurídico, "quem assinar e descumprir, corre o risco de ser exposto nas redes sociais pelos próprios funcionários".
Segundo um estudo divulgado pelo Santander, no início do mês, o pior momento da crise econômica deve ocorrer no fim do segundo trimeste, ou seja, entre o começo de abril e o final de junho.

14 de abril de 2020

MPs de contratos trabalhistas preservaram mais de 1 milhão de empregos

As medidas provisórias que flexibilizaram os contratos trabalhistas durante a pandemia de coronavírus permitiram a preservação de mais de 1 milhão de empregos até agora, disse ontem (13) à noite o secretário especial de Previdência e Trabalho do ministério da Economia, Bruno Bianco. Segundo ele, o governo lançará, hoje (14) ou quarta-feira (15) uma página na internet com os números atualizados de postos de trabalho preservados.

O site também terá o número de acordos individuais e coletivos que permitem a suspensão do contrato de trabalho ou a redução de jornada com redução proporcional de salários. “O objetivo é quantificar esse processo online. Colocaremos ali, todos os dias, quantos empregos estão sendo preservados”, disse Bianco, que apelidou o novo site de "Empregômetro".

Bianco classificou de “excelente” a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que considerou legais e com efeito imediato os acordos individuais fechados com base na Medida Provisória 936, que criou o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda. Segundo o secretário especial, trabalhadores e empregadores terão segurança jurídica para fecharem os acordos.

24 de novembro de 2019

Micro e pequenas empresas geraram mais de 73 mil empregos em outubro

Em outubro, as micro e pequenas empresas do país abriram mais de 73 mil novos postos de trabalho, melhor resultado para o mês nos últimos cinco anos, segundo levantamento feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia.
De acordo com o Sebrae, os pequenos negócios foram o único segmento a gerar novos empregos com carteira assinada em outubro. As médias e grandes corporações (MGE), por sua vez, tiveram saldo negativo de 2.119 empregos. Na administração pública o saldo também foi negativo, com a dispensa de 427 trabalhadores.

22 de novembro de 2019

Brasil cria 70,8 mil empregos formais em outubro

O mercado de trabalho brasileiro criou 70.852 empregos com carteira assinada em outubro, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta última quinta-feira (21), pelo Ministério da Economia. Esse foi o sétimo mês consecutivo de abertura de vagas formais.
O saldo de outubro decorre de 1,365 milhão de admissões e 1,294 milhão de demissões. Esse foi o melhor resultado para o mês desde 2017, quando foram criadas 76.599 vagas no décimo mês do ano. Em outubro do ano passado, houve abertura líquida de 57.733 vagas, na série sem ajuste.

20 de outubro de 2019

Pequenos negócios geraram 75% dos empregos formais em setembro

As micro e pequenas empresas foram responsáveis por 75% das novas vagas de trabalho registradas em setembro. Segundo levantamento feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), negócios de pequeno porte geraram 119 mil dos mais de 157 mil postos de trabalhos com carteira assinada registrados no mês anterior.
O número superou em 20% o saldo de agosto e em 23% o do mesmo mês de 2018. Para meses de setembro, o total representa o melhor resultado desde 2013.
Realizado com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia, o levantamento apontou que, no acumulado do ano, os pequenos negócios geraram mais de 670 mil vagas com carteira assinada, resultado 10% acima do igual período do ano passado.

26 de setembro de 2019

Pela quinta vez consecutiva empregos aumentam no Brasil; é o melhor agosto desde 2013

Pelo quinto mês consecutivo, o Brasil teve um saldo positivo na geração de emprego formal. Em agosto, o número de vagas adicionais no mercado de trabalho foi 121.387, que é o saldo positivo decorrente 1.382.407 admissões e de 1.261.020 desligamentos. As informações são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta última quarta-feira (25) pela Secretaria de Trabalho da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia. O resultado de agosto representa uma variação de 0,31% em relação ao mês anterior. Foi o melhor resultado para o mês de agosto desde 2013, segundo os números. No acumulado de 2019 foram criados 593.467 novos postos, com variação de 1,55% do estoque do ano anterior. No mesmo período de 2018 houve crescimento de 568.551 empregos.

25 de julho de 2019

Liberação do FGTS deverá criar 2,9 milhões de empregos em dez anos

A liberação de parte dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) permitirão à economia crescer 0,35 ponto percentual adicional nos próximos 12 meses, disse há pouco o secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida. Segundo ele, 2,9 milhões de empregos formais deverão ser criados nos próximos dez anos com as medidas anunciadas nesta última quarta-feira (24).
Na solenidade de anúncio das novas regras para saque do FGTS, do PIS e do Pasep, o secretário confirmou que apenas a liberação do dinheiro, limitada a R$ 500 por conta, em 2019, e equivalente a um percentual mais um valor fixo a partir do próximo ano, injetará R$ 30 bilhões na economia neste ano – R$ 28 bilhões do FGTS e R$ 2 bilhões do PIS/Pasep – e R$ 12 bilhões em 2020.