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12 de novembro de 2018

Justiça manda soltar Joesley Batista e delatores da JBS

O empresário Joesley Batista, um dos donos da JBS, teve pedido de liberdade concedido pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Nefi Cordeiro, na tarde desta segunda-feira (12).
A defesa de Joesley havia pedido extensão de habeas corpus concedidos por Cordeiro, também hoje, a Neri Geller (PP), ex-ministro da Agricultura entre 2014 e 2015 e eleito deputado federal neste ano, e Rodrigo Figueiredo, secretário da pasta no período.

21 de abril de 2018

Joesley diz à PF que pagou 'mensalinho' de R$ 50 mil para Aécio entre 2015 e 2017

Um depoimento à Polícia Federal nesta quinta-feira (19), em Brasília, o empresário Joesley Batista, do grupo J&F, disse que pagou um "mensalinho" de R$ 50 mil a Aécio Neves (PSDB-MG) entre julho de 2015 e junho de 2017, atendendo a um pedido do senador.
Em nota, a defesa do senador disse que Aécio jamais pediu dinheiro para Joesley. De acordo com a nota, Joesley age de "má-fé" e com "desespero" diante do risco de ter o acordo de delação premiada anulado (veja a íntegra da nota da defesa no final desta reportagem).
Nesta semana, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu tornar Aécio réu em um processo que investiga o senador por corrupção passiva e obstrução de Justiça. A denúncia que originou o processo tem como base as delações premiadas de executivos da J&F, entre eles, Joesley Batista.
Segundo Joesley Batista, os pagamentos mensais deveriam ser feitos à Rádio

21 de fevereiro de 2018

STJ manda soltar Wesley Batista; Joesley continua preso

Por 3 votos a 2, a 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, no final da tarde desta terça-feira, 20, substituir a prisão preventiva dos irmãos Wesley e Joesley Batista, donos do grupo J&F ao qual pertence a JBS, por medidas cautelares.
Com a decisão, Wesley deixa a prisão. O irmão Joesley, contudo, continua preso, por responder a outro mandado de prisão ainda não julgado, expedido no ano passado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, no qual houve pedido de habeas corpus pela defesa de Joesley.
Os dois empresários haviam sido presos preventivamente em setembro de 2017 no âmbito da Operação Tendão de Aquiles por crime de uso de informação privilegiada para gerar lucros no mercado financeiro chamado de "inside

18 de janeiro de 2018

Justiça rejeita ação de indenização de Temer contra Joesley Batista; presidente ainda terá de pagar R$ 60 mil

10ª Vara Cível de Brasília rejeitou um pedido do presidente Michel Temer para que o empresário Joesley Batista, dono do grupo J&F, fosse condenado a pagar R$ 600 mil por danos morais.
A decisão, proferida no último dia 12, foi divulgada nesta quarta-feira (17) pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal.
Segundo o TJDF, foi decidido, ainda, que Temer terá de pagar R$ 60 mil, valor referente às custas processuais e aos honorários advocatícios. O presidente poderá recorrer, conforme o tribunal. O G1 buscava contato com a defesa dele até a última atualização desta reportagem.
O pedido de Temer foi apresentado em junho do ano passado após Joesley Batista, um dos delatores da Lava Jato, afirmar em entrevista à revista "Época" que Temer chefia "a maior e mais perigosa organização criminosa do Brasil".
Ao processar o empresário, a defesa do presidente argumentou, segundo o Tribunal de Justiça, que Joesley "desfiou mentiras e inverdades, maculando sua

22 de setembro de 2017

Supremo nega liberdade aos irmãos Batista

Por quatro votos a um, a Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou hoje (21) dois pedidos de habeas corpus contra a prisão dos irmãos Wesley e Joesley Batista, principais sócios da J&F. Os dois estão presos em São Paulo acusados de usarem informações privilegiadas para fraudar o sistema financeiro. Wesley foi preso no último dia 13, e Joesley já estava preso por determinação do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF).
No julgamento de hoje, apenas o relator do caso, ministro Sebastião Reis Júnior, votou a favor do pedido da defesa dos donos do grupo J&F, para substituir a prisão por outras medidas cautelares, previstas no Código de Processo Penal.
Para o relator, não há evidências de que as medidas cautelares diversas da prisão não seriam suficientes para a garantia da instrução criminal e da ordem pública.
Contudo, os ministros Nefi Cordeiro, Antonio Saldanha Palheiro e Maria Thereza de Assis Moura acompanharam o voto do colega Schietti Rogerio Schietti Cruz,

10 de setembro de 2017

Fachin determina prisão de Joesley Batista e Ricardo Saud, da J&F

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu atender ao pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e mandou prender os empresários Joesley Batista e Ricardo Saud, do grupo J&F.
Fontes da Polícia Federal informaram à esta reportagem que, em tese, não há nada que impeça que as prisões sejam realizadas neste domingo, 10.
Os pedidos de prisão foram motivados pela descoberta de que os executivos da J&F omitiram informações sobre supostos crimes ao negociar sua delação premiada.

Interferência. Gravação entregue na semana passada à Justiça pela própria defesa da J&F mostra Saud e Joesley conversando sobre uma suposta interferência de Miller para ajudar nas tratativas de delação premiada, o que seria ilegal.
O ex-procurador ainda fazia parte do Ministério Público quando começou a conversar com os executivos, no final de fevereiro. Ele pediu exoneração da instituição no mesmo mês, mas a deixou de fato apenas em abril.
Em um dos áudios entregues à Procuradoria-Geral da República (PGR), Joesley disse: “Eu não vou ser preso. O pessoal não vai, diretor não vai. Ninguém aqui vai ser preso. Não tem nenhuma chance.”

Depoimento. Joesley Batista prestou depoimento na última quinta-feira, por cerca de três horas, na sede da Procuradoria-Geral da República, para explicar o conteúdo da gravação.
Na ocasião, disse que não recebeu orientação do ex-procurador Miller para gravar o presidente Michel Temer.
A gravação de uma conversa com Temer, em maio, foi o trunfo que Joesley usou para negociar sua delação com a Procuradoria-Geral da República e obter

24 de junho de 2017

Polícia Federal conclui que não houve edição em áudio de conversa entre Temer e Joesley

A Polícia Federal concluiu que o áudio da conversa gravada pelo empresário Joesley Batista com o presidente Michel Temer, no dia 7 de março, no Palácio do Jaburu, não foi editado ou adulterado. O Estado apurou que o laudo sobre a gravação aponta para mais de cem interrupções, mas que nenhuma delas foi causada por agente externo ou realizada posteriormente à gravação.
De acordo com fontes ouvidas pela reportagem, a perícia realizada no Instituto Nacional de Criminalística relaciona as interrupções ao gravador usado pelo empresário do Grupo J&F, do qual faz parte a JBS.
Um perito afirmou ao Estado que o modelo do aparelho de gravação usado efetua os cortes em momentos em que há silêncio. A ação espontânea do gravador tem como finalidade economizar bateria e espaço na memória do

18 de junho de 2017

'Época': em entrevista, Joesley chama Temer de 'chefe de organização criminosa'

O empresário Joesley Batista, dono do grupo JBS, chamou o presidente da República, Michel Temer, de chefe "da maior e mais perigosa organização criminosa" do Brasil em entrevista publicada na edição deste fim de semana da revista "Época".
O Palácio do Planalto divulgou nota na qual diz que empresário é "bandido notório", "desfia mentiras" e informa que na próxima segunda-feira Temer ingressará com ações na Justiça contra ele.
Na entrevista, o dono do frigorífico JBS, delator da Operação Lava Jato, também reafirma as denúncias que fez ao Ministério Público e à Polícia Federal contra integrantes das cúpulas de PT, PMDB e PSDB.
A entrevista de Joesley Batista ocupa 12 páginas da edição impressa de "Época".
O empresário inicia explicando como e quando os políticos começaram a agir como "organizações criminosas". Segundo Joesley Batista, tudo começou há cerca de 10, 15 anos, quando surgiram grupos com divisão de tarefas: um chefe, um operador e um tesoureiro.
De acordo com o empresário, são organizações criminosas que existem para ganhar dinheiro cometendo crimes.
Na entrevista, Joesley afirma que esses esquemas organizados começaram no governo do PT e diz que "Lula e o PT" institucionalizaram a corrupção com a

24 de maio de 2017

Polícia Federal recebe da PGR um dos gravadores usados por Joesley Batista

A Polícia Federal recebeu no fim da tarde desta segunda-feira, da Procuradoria-Geral da República um dos gravadores que teriam captado conversas entre o dono da JBS, Joesley Batista, e o presidente da República.
Não foi discriminado a qual das conversas da delação do empresário esse equipamento se refere. Ainda resta um outro gravador a ser recebido. O outro gravador, que estava em posse do dono da JBS, estaria sendo enviado dos EUA para o país.
Na manhã desta segunda-feira, a presidente do Supremo Tribunal Federal, Carmen Lúcia, informou aos demais ministros que aguardava a conclusão da perícia nos áudios gravados pelos empresários da JBS, para avaliar qualquer

23 de maio de 2017

“Para o bem do Brasil, sua carreira política está encerrada”, diz tio sobre Aécio Neves

“Para o bem do Brasil, sua carreira política está encerrada”, disse o desembargador Lauro Pacheco, tio do senador afastado do PSDB Aécio Neves e pai de Frederico Pacheco, preso no último dia 18 após ter sido mencionado pelo dono da JBS, o empresário Joesley Batista, como o responsável por receber uma mala com R$ 2 milhões solicitados pelo político.
Lauro usou a conta da sua esposa, Maria Augusta Gonçalves, no Facebook, para

Deputado afastado Rodrigo Rocha entrega mala de R$ 500 mil na sede da PF em São Paulo

O deputado afastado Rodrigo Rocha Loures (PMDB) entregou a mala com R$ 500 mil na sede da Polícia Federal de São Paulo, na noite desta segunda-feira (22), segundo informou a GloboNews.
José Oliveira Lima, advogado de Loures, confirmou que a mala foi entregue à PF. Informações iniciais indicam que apenas parte dos R$ 500 mil foi entregue.
Loures foi filmado recebendo a mala de dinheiro em restaurante nos Jardins, na capital paulista, e é apontado como intermediário do presidente Michel Temer para assuntos do grupo J&F com o governo.
Segundo investigação, o presidente Michel Temer indicou Rocha Loures para resolver uma disputa relativa ao preço do gás fornecido pela Petrobras à termelétrica do grupo JBS.
Joesley Batista, dono da JBS, marcou um encontro com Rocha Loures em Brasília e contou sobre sua demanda no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Pelo serviço, Joesley ofereceu propina de 5%, e o deputado

Luciano Huck apaga fotos ao lado de Joesley Batista, dono da JBS

Luciano Huck está aparentemente arrependido das amizades que fez no passado. Agora o apresentador da Globo eliminou as fotos que tinha no Instagram ao lado de Joesley Batista, dono da JBS.
O empresário, responsável por fazer delações contra o senador Aécio Neves (PSDB - MG), aparece com Huck em um iate em alto mar, em um encontro que ainda reuniu o sertanejo Bruno e as suas respectivas esposas.
Segundo a colunista Keila Jimenez, anteriormente o apresentador já teria apagado fotos ao lado de Aécio, candidato que ele apoiou nas eleições de 2014. Huck, inclusive, já concedeu entrevista sugerindo que não descarta concorrer à

22 de julho de 2015

Casada com bilionário da Friboi, Ticiana Villas Boas celebra novo rumo na TV

Casada com o bilionário goiano e presidente da holding J&F Investimentos e dono da marca Friboi, Joesley Batista, 42 anos, a jornalista Ticiana Villas Boas, 34, está preste a estrear um novo desafio na carreira. A apresentadora irá comandar o reality show de culinária, Mão na Massa, no SBT, e em entrevista à 'Revista Caras', que foi as bancas nesta quarta-feira (22), ela falou sobre o programa. 
“É um grande risco sair de um telejornal conceituado e fazer uma mudança destas quando sua carreira já está estabelecida. Mas pela minha fase de vida, acho que é o momento certo. Estou pronta para essa aposta”, contou ela. A atração vai ao ar a partir de 25 de julho aos sábados, às 21h30, no SBT.