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11 de setembro de 2020

Pedidos de seguro-desemprego somam 463.835 em agosto, diz governo

Os pedidos de seguro-desemprego somaram 463.835 em agosto, segundo dados divulgados nesta última quinta-feira, 10, pelo Ministério da Economia. O número representa uma queda de 18,7% em relação a julho deste ano, quando foram registrados 570.602 pedidos. Na comparação com agosto do ano passado, houve uma redução de 18,2% em relação aos 567.069 requerimentos daquele mês.

Apesar da queda em agosto, as solicitações do benefício no acumulado de janeiro a agosto de 2020 chegaram a 4,985 milhões, o que representa um aumento de 7,5% em relação aos oito primeiros meses de 2019 (4,635 milhões de pedidos).

Segundo o ministério, do total de requerimentos apresentados na primeira quinzena de agosto, 64,1% foram feitos pela internet, em razão do período de pandemia da covid-19 e da necessidade de atendimento remoto.

21 de agosto de 2020

Pedidos de seguro-desemprego caem 21,3% na primeira quinzena de agosto

Depois de dispararem nos últimos meses por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19), os pedidos de seguro-desemprego de trabalhadores com carteira assinada continuam a cair. Nos 15 primeiros dias do mês, o total de pedidos recuou 21,3% em relação ao mesmo período do ano passado.

Desde o início de junho, o indicador está em queda. Na primeira metade do mês, 216.350 benefícios de seguro-desemprego foram requeridos, contra 274.827 pedidos registrados nos mesmos dias de 2019. Ao todo, 64,3% dos benefícios foram pedidos pela internet na primeira quinzena do mês, contra apenas 2,4% no mesmo período de 2019.

O levantamento foi divulgado, hoje (20), pela Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, e considera os atendimentos presenciais – nas unidades do Sistema Nacional de Emprego (Sine) e das Superintendências Regionais do Trabalho – e os requerimentos virtuais.

23 de julho de 2020

Pedidos de seguro-desemprego caem 1,9% na primeira quinzena de julho

Depois de dispararem nos últimos meses por causa da pandemia do novo coronavírus, os pedidos de seguro-desemprego de trabalhadores com carteira assinada começaram a cair na primeira quinzena de julho. Nos 15 primeiros dias do mês, o total de pedidos recuou 1,9% na primeira quinzena de julho em relação ao mesmo período do ano passado.

Essa foi a primeira queda na comparação quinzenal observada desde o início da pandemia. Na primeira metade do mês, 288.845 benefícios de seguro-desemprego foram requeridos, contra 294.547 pedidos registrados nos mesmos dias de 2019. Ao todo, 67,7% dos benefícios foram pedidos pela internet na primeira quinzena do mês, contra apenas 1,4% no mesmo período de 2019.

O levantamento foi divulgado ontem (22) pela Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia e considera os atendimentos presenciais – nas unidades do Sistema Nacional de Emprego (Sine) e das Superintendências Regionais do Trabalho – e os requerimentos virtuais.

26 de junho de 2020

Pedidos de seguro-desemprego no Brasil chegam a 3,6 milhões e desaceleram no início de junho

O número de pedidos de seguro-desemprego registrou alta de 35% na primeira quinzena de junho, se comparado com o mesmo período de 2019. Foram 351 mil requerimentos nas duas primeiras semanas deste mês, informou nesta última quinta-feira (25) o Ministério da Economia.

Apesar da forte alta em relação ao ano passado, os dados apontam que os pedidos perderam força quando observado o período imediatamente anterior. O volume de solicitações apresentou um recuo de 23% na comparação com a segunda quinzena de maio deste ano, quando foram liberados 455 mil benefícios.

Dados da pasta mostram que os requerimentos começaram a subir no fim de março, quando se intensificaram as medidas restritivas nos estados por conta do novo coronavírus, com fechamento de lojas, comércios e outras empresas nas cidades.

10 de junho de 2020

Somente no mês de maio a Bahia registrou mais de 48 mil pedidos de seguro desemprego

No mês de maio, 48.068 baianos entraram com pedidos de Seguro-Desemprego. O número equivale a 19.104 ocorrências a mais que o mesmo período de 2019. Outro dado novo é o crescimento das solicitações por meio das plataformas digitais, que refletem às medidas de isolamento impostas como prevenção à proliferação da Covid-19. 

Do total de solicitações, 79,3% foi feita pela internet, contra 0,6% em igual período de 2019. Das mais de 48 mil solicitações registradas no estado, 84,5% já foram atendidas.

3 de junho de 2020

Número de pedidos de seguro-desemprego cresce 97% na Bahia

O número de pedidos de entrada no seguro-desemprego cresceu 97% na Bahia. Isso é o que mostram dados do Ministério da Economia, na comparação entre a primeira quinzena de maio deste ano, em que as solicitações chegaram a 25.601, e o mesmo período de 2019, com uma taxa de 12.971.

O Superintendente estadual de Desenvolvimento do Trabalho, Marcelo Gavião, afirmou ao Correio que, apenas no mês de abril, todo o saldo positivo da geração de empregos do ano passado foi perdido na Bahia.

15 de abril de 2019

PF faz operação contra fraude em seguro-desemprego; cidade da Bahia é alvo de investigações

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta segunda feira (15) a Operação Mendacium, que visa desarticular organização criminosa especializada em fraudes no seguro-desemprego.
O nome da operação vem da mitologia romana e faz referência a espíritos que personificam a mentira e a falsidade. Em latim, a palavra “mendacium” significa mentira. 21 um mandados de prisão preventiva e 12 de busca e apreensão são cumpridos em São Paulo, Mauá (SP), Porangatu (GO) e no município baiano de Ibicuí.
Segundo a PF, 408 empresas inexistentes foram identificadas pela investigação. Elas foram abertas por membros da organização criminosa, visando benefícios de seguro-desemprego.

18 de janeiro de 2019

Seguro-desemprego é reajustado em 3,43%

O empregado demitido sem justa causa terá o seguro-desemprego corrigido em 3,43%, correspondente à inflação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) no ano passado, informou hoje (18) o Ministério da Economia. A parcela máxima passará de R$ 1.677,74 para R$ 1.735,29. A mínima, que acompanha o valor do salário mínimo, foi reajustada de R$ 954 para R$ 998. Os novos valores serão pagos para as parcelas emitidas a partir de 11 de janeiro e para os novos benefícios.
Atualmente, o trabalhador dispensado sem justa causa pode receber de três a cinco parcelas do seguro-desemprego conforme o tempo trabalhado e o número de pedidos do benefício.

17 de outubro de 2018

Baiana pode sacar seguro-desemprego para filho em viagem no exterior, decide TRF-1

A 1ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) reconheceu o direito de uma mãe de sacar as parcelas do seguro-desemprego do filho, que estava em viagem ao exterior. Dessa forma, a Justiça Federal obrigou a Superintendência Regional do Trabalho do Estado da Bahia (SRT-BA) a conceder o direito à mulher, por portar uma procuração do filho. Antes de viajar, o trabalhador concedeu a mãe uma procuração pública para fazer a representação.
A mulher, ao ser atendida na SRT, foi informada que o órgão não aceita procuração para este tipo de caso. A União defendeu que não existe previsão legal que autorize a liberação do seguro-desemprego para o trabalhador desempregado que não resida no país, haja vista que o referido programa deve ser aplicado no território nacional, bem como pelo caráter pessoal e

14 de janeiro de 2017

Seguro-desemprego sofre reajuste de 6,58%; maior parcela é de R$ 1.643,72

Nesta sexta-feira (13), o Ministério do Trabalho divulgou que o valor da maior parcela do seguro-desemprego passou de R$ 1.542,24 para R$ 1.643,72, um aumento de R$ 101,48. Esse novo valor vale para o exercício de 2017. O reajuste das parcelas do seguro-desemprego é feito com base na variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior. Em 2016, o INPC acumulou alta de 6,58%.
O Ministério do Trabalho declarou que a correção é válida para os benefícios pagos a todos os brasileiros demitidos sem justa causa, pescadores artesanais em período de defeso, trabalhadores resgatados em condições análogas à de escravo e aqueles que tiveram o contrato de trabalho suspenso (lay-off).
O valor do seguro-desemprego é

24 de janeiro de 2016

Seguro-desemprego é reajustado e subirá mais de 11% em 2016

As parcelas do seguro-desemprego foram reajustadas em 11,28%, e os novos valores começam a ser pagos já em janeiro a milhares de pessoas. O benefício assegura ao trabalhador que perdeu o emprego uma renda mínima por período entre três e cinco meses. Com isso, a parcela mínima do seguro-desemprego será de R$ 880,00 seguindo o reajuste do salário mínimo para 2016.

29 de novembro de 2015

Pedidos de seguro-desemprego registram queda de 17% em relação a 2014

Entre janeiro e outubro deste ano, o governo liberou 5.961.252 pagamentos de seguro-desemprego para trabalhadores que foram demitidos. O mês com o maior número de concessão foi março com 779.364 casos. A média mensal, até agora, foi 596 mil casos. O trabalhador desempregado recebe de três a cinco parcelas do seguro, de acordo com o tempo de carteira assinada. Na comparação com o mesmo período do ano passado, de janeiro a outubro, a concessão do seguro-desemprego em 2015 teve queda de 16,8%.

29 de agosto de 2015

Empregado doméstico demitido sem justa causa já pode pedir seguro-desemprego

A resolução do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) que regulamenta a concessão do seguro-desemprego ao empregado doméstico dispensado sem justa causa foi publicada na edição desta sexta-feira (28) do Diário Oficial da União. O benefício pago será de um salário mínimo por, no máximo, três meses. Para ter direito ao benefício, o empregado doméstico precisa ter trabalhado pelo menos 15 meses nos últimos 24 meses. O acesso ao benefício já consta em lei complementar e, com a publicação da resolução, os trabalhadores domésticos já podem requerê-lo.

17 de junho de 2015

Presidente Dilma sanciona regras do seguro-desemprego

As novas regras do seguro-desemprego aprovadas pelo Congresso foram sancionadas pela presidente Dilma Rousseff nesta quarta-feira (17). O trabalhador passa a ter direito ao seguro-desemprego se tiver trabalhado por pelo menos 12 meses nos últimos 18 meses. Para pedir pela segunda vez, a lei estipula que tenha nove meses de atividade nos últimos doze meses. Na terceira, deve ter o mínimo de seis meses de trabalho.