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3 de janeiro de 2023

Em posse, ministro da Educação promete foco em alfabetização e verba para universidades

Foto: Reprodução

O discurso de posse de Camilo Santana (PT) no Ministério da Educação (MEC), nesta última segunda-feira (2), em Brasília, foi marcado por referências ao educador e patrono da educação brasileira Paulo Freire, figura bastante rejeitada por bolsonaristas, e às experiências exitosas na área no Ceará, estado em que foi governador, entre 2015 e 2022. 

A alfabetização foi parte central de sua fala. O novo ministro afirmou que alfabetizar todas as crianças do país “na idade certa” será sua prioridade nos primeiros cem dias de gestão da pasta. Outros ex-ministros do MEC, como Renato Janine Ribeiro, durante governo Dilma, e Cristovam Buarque, na primeira gestão de Lula, presenciaram a solenidade. Seu antecessor, Victor Godoy Veiga, não participou da cerimônia.

Além de priorizar a alfabetização, o ministro também prometeu aumentar o número de escolas em tempo integral; realizar um estudo para retomada de todas as obras de creche e escolas, que estão paralisadas por falta de repasses de recurso federal; um plano para recuperar a qualidade da merenda; recuperar a credibilidade do Enem; um plano de retomada do Fies e Prouni; mais investimentos em ciência e tecnologia e o fortalecimento da autonomia das universidades.

29 de março de 2022

Governo exonera ministro da Educação após crise envolvendo pastores

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O governo anunciou nesta última segunda-feira (28), em edição extra do "Diário Oficial da União", a saída do cargo de Milton Ribeiro, quarto ministro da Educação do governo Jair Bolsonaro a deixar o cargo.

Pastor presbiteriano e professor, Ribeiro estava desde julho do ano passado no comando do MEC e pediu exoneração nesta segunda após uma reunião com o presidente Jair Bolsonaro.

A saída de Milton Ribeiro acontece uma semana após revelação pelo jornal "Folha de S.Paulo" de uma gravação na qual o ministro diz repassar verbas do ministério para municípios indicados por dois pastores a pedido do presidente Jair Bolsonaro.

1 de junho de 2021

Ministro da Educação diz em rede social que Enem 2021 será realizado nos dias 21 e 28 de novembro

 Foto: Reprodução

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, disse no Twitter que a edição 2021 do Enem, impressa e digital, será realizada nos dias 21 e 28 de novembro. A inscrição para a prova, segundo o ministro, ocorrerá entre 30 de junho e 14 de julho. Ele afirma que os editais com as principais informações sobre a prova serão publicados no Diário Oficial da União ainda nesta semana.

"Conforme eu já havia anunciado dias atrás, o Enem 2021 acontecerá e será aplicado neste ano. As provas serão aplicadas nos dias 21 e 28 de novembro, para as versões impressa e digital. É isso mesmo! A mesma prova, nas mesmas datas, para as duas modalidades", disse Ribeiro em um post.

"A segurança e a isonomia do Enem serão sempre mantidas pelo Inep e pelo MEC", afirmou o ministro em uma segunda postagem.

25 de janeiro de 2021

Ministro da Educação diz que abstenção no Enem era esperada: 'Não vão ser prejudicados'


O ministro da Educação, Milton Ribeiro, comentou o alto número de abstenções e sobre os estudantes que não conseguiram realizar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) durante visita a uma escola em São Vicente, no litoral de São Paulo. Em seguida, o ministro também foi a uma unidade de ensino em Santos, para acompanhar a saída dos alunos no segundo dia de provas, que aconteceu neste último domingo (24).

"Por falha de planejamento, eles não vão ser prejudicados. Eles vão, de fato, ter a oportunidade de fazer a prova", disse o ministro sobre estudantes que não conseguiram fazer as provas após a lotação de algumas salas.

Questionado sobre a abstenção recorde de estudantes na prova, Milton Ribeiro disse que o número era esperado, e comparou a outros anos. "Em 2009, nós tivemos 37% de abstenção. Não tinha pandemia, não tinha crise financeira, não tinha nada. No ano de 2019, nós tivemos 23% de abstenção. Então, era esperado uma abstenção", declarou.

5 de dezembro de 2020

Ministro da Educação debate com entidades retorno das aulas presenciais


O ministro da Educação, Milton Ribeiro, se reuniu nesta última sexta-feira (4), com entidades representativas de instituições de ensino superior para tratar sobre a Portaria 1.030/2020, que define como será o retorno das aulas presenciais no sistema federal de ensino a partir de janeiro do ano que vem. O encontro aconteceu por videoconferência.

O sistema federal é composto pelas universidades federais, pelos institutos federais, pelo Colégio Pedro II, pelo Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines), Instituto Benjamin Constant (IBC) e pelas universidades e faculdades privadas, segundo a Agência Brasil. 

A portaria, publicada nesta semana, foi criticada pelas universidades federais, movimentos estudantis, sindicatos de docentes e outras entidades ligadas à educação. Durante a reunião desta sexta-feira (4), Ribeiro acolheu as sugestões e observações dos dirigentes e se comprometeu, “na maior brevidade possível", a se pronunciar novamente sobre o assunto.

22 de julho de 2020

Ministro da Educação anuncia auditor da CGU como secretário executivo

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, anunciou a troca do secretário executivo da pasta. O novo dono do posto é Victor Godoy Veiga. Segundo o ministro, Veiga é auditor da Controladoria-Geral da União (CGU) há 15 anos e trabalhava na área que auditava o Ministério da Educação. O anúncio foi feito na conta de Ribeiro no Twitter.

“No objetivo de compor minha equipe, anuncio como novo Secretário Executivo do MEC Victor Godoy Veiga Auditor da CGU há 15 anos. Diretor da área que auditava o MEC, diretor da área Leniência da CGU e também Engenheiro de Redes de Comunicação de Dados UnB. Registro meu reconhecimento e gratidão ao Sr. Antonio Paulo Vogel de Medeiros, ex secretário-executivo do MEC, que com profissionalismo e foco como servidor, nos ajudará na transição”.

29 de junho de 2020

Governo adia posse do novo ministro da Educação, Carlos Decotelli

A posse do novo ministro da Educação, Carlos Decotelli, inicialmente marcada para esta terça-feira (30), foi adiada pelo governo. Não foi marcada uma nova data.

O blog conversou com ministros, que confirmaram a informação, publicada inicialmente pelo jornalista Lauro Jardim, do jornal "O Globo".

De acordo com esses ministros, o governo decidiu fazer uma "checagem completa" do currículo de Decotelli.

Na semana passada, o reitor da Universidade Nacional de Rosário, na Argentina, Franco Bartolacci desmentiu o currículo de Decotelli. No documento, disponível na plataforma Lattes, constava que o novo ministro tinha diploma de doutor pela instituição. O reitor negou.

26 de junho de 2020

Bolsonaro anuncia Carlos Alberto Decotelli como ministro da Educação

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciou na tarde de ontem (25), por meio de suas redes sociais, que o novo ministro da Educação será o professor Carlos Alberto Decotelli da Silva.

Decotelli é bacharel em Ciências Econômicas pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), mestre pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), doutor pela Universidade de Rosário (Argentina) e pós-doutor pela Universidade de Wuppertal, na Alemanha.

O professor assume o cargo uma semana após o ex-ministro da pasta Abraham Weintraub anunciar que deixaria o governo.

20 de maio de 2020

Ministro da Educação diz que, em junho, vai consultar inscritos no Enem sobre adiamento do exame

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, disse nesta última terça-feira (19) que, na última semana de junho, vai abrir uma consulta aos estudantes que se inscreveram no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) sobre a data do exame.

"O MEC fará uma consulta, na última semana de junho, a todos os inscritos, através da “Página do Participante”, do @inep_oficial. Vamos manter a data? Adiar por 30 dias? Suspender até o fim da pandemia?", escreveu o ministro.

O ministro inicialmente não deu mais detalhes sobre a medida, mas afirmou que a futura abertura de consulta é o posicionamento da pasta diante dos questionamentos sobre a manutenção do cronograma mesmo com a rotina dos estudantes alterada pela pandemia da Covid-19.

"Neste momento, 4.000.000 de brasileiros já se inscreveram no #ENEM2020. As inscrições vão até sexta-feira. Há um debate sobre seu adiamento. Nosso posicionamento é saber a opinião dos principais interessados, perguntando diretamente aos estudantes inscritos." - Abraham Weintraub

17 de agosto de 2019

Corte de R$ 926 milhões na Educação foi para pagar emendas, diz Weintraub

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, assumiu hoje que o remanejamento recente de R$ 926 milhões do orçamento do Ministério da Educação para outras áreas, como emendas parlamentares, representa um corte. O valor é 16% do total contingenciado.
Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o MEC perdeu quase um terço dos R$ 3 bilhões que a equipe econômica de Bolsonaro quer remanejar no orçamento federal para o pagamento de emendas parlamentares que foram negociadas para conseguir a aprovação da reforma da Previdência. "São emendas parlamentares, para projetos específicos, aí foi um corte. Não foi um corte da minha caneta", declarou o ministro à Folha.

9 de agosto de 2019

MEC aciona Polícia Federal por ‘indícios de sabotagem” em sistemas

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, informou que pediu à Polícia Federal para investigar “indícios de sabotagem” em sistemas de informática da pasta, segundo O Globo.
“Os serviços estão caindo, alguns deles, de uma forma que a gente não consegue explicar apenas tecnicamente. Há indícios de sabotagem, e esses indícios nos levaram a chamar a Polícia Federal para investigar e verificar se são prova ou não de algo criminoso que possa estar acontecendo aqui no MEC”, disse o titular do ministério.
De acordo com o MEC, os portais do Programa Universidade para Todos (ProUni) e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) estão intermitentes, ou seja, em funcionamento parcial.

31 de maio de 2019

MPF pede indenização de R$5 milhões ao ministro da Educação

O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação civil pública (ACP) na Justiça Federal do Rio Grande do Norte contra o ministro da Educação, Abraham Weintraub, e a União por danos morais coletivos "decorrentes de condutas praticadas desde que o primeiro assumiu a pasta". A indenização fixada pelo MPF é de R$ 5 milhões.
Algumas das condutas em questão são a declaração que a UFF, Ufba e UnB estiveram fazendo balbúrdia, e a declaração dada no Rio Grande do Norte em que Weintraub propôs que "se chamasse o CA e o DCE" para realizar serviços de limpeza na Ufersa, UFRNe IFRN, quando foi questionado sobre a falta de recursos para estes serviços.

16 de maio de 2019

Ministro da Educação diz que bloqueio de recursos é culpa de Dilma e Temer

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, colocou a culpa nos governos anteriores pelo corte de orçamento na área, que atinge R$ 7,4 bilhões neste ano. Weintraub disse que o atual governo não pode ser responsabilizado pelo cenário atual da educação.
"A evolução que a educação teve nos últimos anos no Brasil não tem nada a ver com o atual governo. Porque não foi evolução, foi involução", disse. "Nós não somos responsáveis pelo contingenciamento atual, o orçamento atual foi feito pelo governo eleito de Dilma Rousseff e [Michel] Temer, que era vice. Não somos responsáveis pelo desastre da educação, não votamos neles."

29 de novembro de 2016

Ministro da Educação diz que reforma do ensino médio 'será levada adiante'

O ministro da Educação, Mendonça Filho, declarou nesta última segunda-feira (28) que a reforma do ensino médio será levada adiante porque "interessa aos jovens do Brasil". Apesar disso, Mendonça disse aceitar democraticamente as críticas feitas pelos estudantes. As afirmações foram dadas durante a audiência pública da comissão mista do Congresso Nacional que analisa a medida provisória que estabelece a reforma do ensino médio (MP 746/2016).

4 de novembro de 2016

Ministro da Educação não recua em reivindicações de estudantes em ocupações

O ministro da Educação, Mendonça Filho, defendeu o posicionamento do governo nas questões da proposta de emenda à Constituição (PEC) que limita os gastos públicos e da medida provisória (MP) que reforma o ensino médio no país. As duas pautas são as principais críticas dos estudantes que ocupam escolas em diversos estados e que motivaram as ocupações, mas o ministro não deu sinais de um possível recuo nessas questões.Em entrevista concedida hoje (4) ao programa A Voz do Brasil, Mendonça Filho disse, em relação à PEC dos Gastos Públicos, que será estipulado um teto global, e não específico para cada área. Segundo o ministro, a medida será importante para reequilibrar as contas públicas e retomar o crescimento – assim como explicou, em outras ocasiões, o presidente Michel Temer.“Há muita desinformação, na sua esmagadora maioria, com relação à PEC.

25 de setembro de 2016

Apenas 5,6% dos estudantes do ensino médio estão matriculados em tempo integral

A educação em tempo parcial prevalece em todo o país. Segundo o G1, dados do Censo da Educação Básica indicam que no Brasil apenas 5,6% dos 6,8 milhões de estudantes do ensino médio estão matriculados em tempo integral, o equivalente a sete horas diárias de aula. Os demais estudam, em média, quatro horas por dia. Em 15 estados brasileiros e no Distrito Federal as matrículas em tempo integral não passam de 3% do total. Uma das metas da reforma do ensino médio divulgada pelo governo federal esta semana é reverter o cenário. Pelo Plano Nacional de Educação

22 de maio de 2016

Ministro da Educação suspende terceirização do Enem

O ministro da Educação, Mendonça Filho, suspendeu a transferência do controle do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para uma organização terceirizada. Ele não assinou um contrato aditivo para que a Organização Social Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe) passasse a ter o controle das operações relativas às provas.